<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920</id><updated>2011-06-08T07:45:55.846+01:00</updated><title type='text'>Salto Alto</title><subtitle type='html'>Interesses no feminino</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://salto-alto.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>comunicação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11275827607138178104</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>49</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108550842367976750</id><published>2004-05-25T19:06:00.000+01:00</published><updated>2004-05-25T19:09:15.656+01:00</updated><title type='text'>Um milhar pela paz...</title><content type='html'>No jornal Público de 19 de Maio, Joaquim Fidalgo fala-nos da "paz no feminino", uma iniciativa que pretende premiar 1000 mulheres pelo seu esforço e empenho a favor da paz no mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rubrica "Ver para crer" de 19 de Maio aborda a questão da paz numa vertente pouco habitual: em causa está o reconhecimento da acção de cerca de 1000 mulheres, candidatas ao Prémio Nobel da Paz em 2005.&lt;br /&gt;Esta iniciativa oriunda da Suíça, vem contrariar a habitual tendência para premiar e reconhecer homens, desde há 103 anos. Neste espaço de tempo, apenas 11 mulheres foram merecedoras de destaque, contra oito dezenas de homens, entre instituições e organizações.&lt;br /&gt;Joaquim Fidalgo na sua crónica semanal chama a atenção para a particularidade da iniciativa: "é um prémio colectivo, mas feito de uma soma de mil individualidades, todas diferentes e todas com o seu quê de igual, que valem cada uma por si e que valem igualmente, no conjunto, como homenagem aos milhões de mulheres que trabalham diariamente pela paz nas mais diversas latitudes".&lt;br /&gt;No conjunto de 1000 mulheres que integra o grupo destacado, pretende-se que haja, pelo menos, uma a representar cada um dos 225 países do mundo, sem excepção.&lt;br /&gt;Este projecto está disponível online em www.1000peacewomen.org.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofia Figueiras&lt;br /&gt;sofia_figueiras@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108550842367976750?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108550842367976750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108550842367976750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108550842367976750' title='Um milhar pela paz...'/><author><name>bi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16411468124067306844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108550837406518282</id><published>2004-05-25T19:05:00.000+01:00</published><updated>2004-05-25T19:06:14.066+01:00</updated><title type='text'>Visão artística no feminino</title><content type='html'>Ao completar 30 anos de carreira e 60 anos de idade, Armanda Passos decidiu expor cerca de três dezenas de obras inéditas. O tema é, invariavelmente e apenas, o mundo feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na revista Visão de 19 de Fevereiro de 2004, Cesaltina Pinto faz uma breve alusão à exposição de Armanda Passos no Lugar do Desenho, em Gondomar, aquando da comemoração dos 30 anos de carreira ininterrupta da pintora.&lt;br /&gt;As mulheres são o seu tema de eleição. De variadas cores e diversos feitios, o mundo feminino é o grande protagonista da sua pintura.&lt;br /&gt;Armanda Passos elege a mulher, entre qualquer outro tema, pelas referências que lhe proporciona. Entre desenhos e telas a óleo, o corpo feminino adquire as mais diversas formas e é o espaço onde a pintora dá a conhecer ao mundo o seu universo, apostando na feminilidade da arte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofia Figueiras&lt;br /&gt;sofia_figueiras@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108550837406518282?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108550837406518282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108550837406518282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108550837406518282' title='Visão artística no feminino'/><author><name>bi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16411468124067306844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108369047668412853</id><published>2004-05-04T18:07:00.000+01:00</published><updated>2004-05-19T12:11:58.436+01:00</updated><title type='text'>Apresentadoras Femininas</title><content type='html'>É possível encontrar várias mulheres a apresentar diversos programas nos quatro canais portugueses. É mesmo visível um domínio feminino nesta área, uma vez que são muitos os programas apresentados por mulheres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na RTP1, durante a manhã há o programa Praça da Alegria que tem como apresentadores Jorge Gabriel e Sónia Araújo. Os apresentadores do Jornal da Tarde são Carlos Daniel, João Fernando Ramos e Helder Silva. Durante a tarde evidencia-se o domínio feminino no programa Portugal no Coração que é apresentado por Marta Castro, Merche Romero e José Carlos Malato. O programa SMS é também apresentado por uma mulher, Serenela Andrade, porém, no horário nobre este canal não oferece nenhum programa com apresentação feminina, exceptuando o Prós e Contras, com exibição semanal, um espaço de discussão pública apresentado por Fátima Campos Ferreira. Neste canal, ao fim de semana há dois programas que dividem a apresentação pelos dois sexos: o Top + apresentado por Francisco Mendes e Isabel Figueira e o Soccastars que tem como pivôs Jorge Gabriel e Sara Jorge. No desporto destaca-se o Domingo Desportivo apresentado por Cecília Carmo. &lt;br /&gt;No outro canal público destaca-se o Jornal da 2 que conta com a apresentação de Carlos Fino e Alberta Marques Fernandes. Nesta estação há também um programa de índole cultural que tem um rosto feminino na apresentação. MAGAZINE que antes contava com uma apresentação masculina tem agora Anabela Mota Ribeiro na linha da frente. &lt;br /&gt;O domínio feminino é particularmente visível na SIC. Neste canal, a manhã é preenchida com um programa no feminino, Fátima Lopes apresenta o SIC 10 Horas. O Primeiro Jornal conta frequentemente com um pivô feminino, ou Clara de Sousa, ou Maria João Ruela. Durante a tarde Fernanda Freitas e José Figueiras dividem a apresentação do talk show Às 2 por 3. À noite, no Jornal da Noite é mais frequente a presença de pivôs masculinos do que femininos. Ao sábado ao início da tarde há ainda Êxtase, o irreverente programa apresentado por Sílvia Alberto. Neste mesmo dia, ao final da noite Elsa Raposo dá corpo a Sexappeal. &lt;br /&gt;Ao contrário do que acontece na SIC e na RTP1, na TVI o programa matinal é apresentado por Manuel Luís Goucha. Porém, no início da manhã Júlia Pinheiro e Henrique Garcia apresentam o Diário da Manhã. Também no TVI Jornal é muito frequente um rosto feminino, Ana Sofia Vinhas é habitualmente o pivô deste bloco informativo. Ainda diferente dos outros canais, na TVI o talk show da tarde não conta com nenhuma cara feminina. Durante a tarde, apenas o programa “Quem quer Ganha” é apresentado por uma mulher, Iva Domingues dá voz a este concurso. Habitualmente, nesta estação a informação do horário nobre é no feminino. Manuela Moura Guedes é apresentadora assídua do Jornal Nacional. Ao fim de semana há o programa Lux apresentado por Rita Seguro e o Eu Confesso com apresentação de Júlia Pinheiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita Ramoa&lt;br /&gt;ritaramoa@aeiou.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108369047668412853?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108369047668412853'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108369047668412853'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108369047668412853' title='Apresentadoras Femininas'/><author><name>Rita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01057463753216432264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108368541073777854</id><published>2004-05-04T16:39:00.000+01:00</published><updated>2004-05-26T12:15:48.003+01:00</updated><title type='text'>“Não há mulheres feias”</title><content type='html'>Josephine Esther Mentzer, mais conhecida como Esteé Lauder, faleceu aos 97 anos, vítima de uma paragem cárdio- respiratória, na semana passada em Nova Iorque. Fundadora da famosa marca de cosméticos com o mesmo nome, Josephine foi a única mulher a integrar em 1998, a lista da revista Time dos vinte nomes mais influentes do mundo dos negócios do século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filha de emigrantes húngaros, começou como pequena produtora de cremes faciais e tem actualmente um império internacional de cosméticos avaliado em cinco mil milhões de dólares. Para a sua empresa trabalham cerca de 21 500 pessoas em mais de 130 países.&lt;br /&gt;Desde pequena se sentiu fascinada pelas loções e cremes faciais, que o seu tio fabricava de forma artesanal, sendo mais tarde a sua promotora. Em 1946, juntamente com o seu marido, fundou o negócio da venda dos produtos que o seu tio criava. Esse produtos de beleza começaram por ser vendidos em hotéis e lojas de cosméticos. Hoje aquilo, que começou por ser um negócio de família artesanal, vende mais de 70 perfumes, além de várias gamas de produtos de beleza para mulheres e é possuidor de marcas como a Clinique e a Aveda.&lt;br /&gt;Esta mulher foi pioneira ao oferecer amostras de produtos aos seus clientes e era conhecida como uma excelente vendedora, fazendo questão de visitar as suas lojas e contactar directamente com os seus clientes.&lt;br /&gt;Edificou um império, que hoje está nas mãos dos seus dois filhos, Leonard e Ronald, presidentes da Esteé Lauder e da Clinique e de alguns dos seus netos, que se encontram também ligados ao negócio.&lt;br /&gt;Josephine ficou conhecida por ter dito que “a beleza é uma atitude”.&lt;br /&gt;A beleza para ela não tinha segredos. A rainha dos cosméticos, como foi muitas vezes apelidada, afirmava quanto à beleza que “não há segredo. Porque é que todas as noivas são bonitas? Porque no dia do casamento elas preocupam-se em especial com a aparência. Não há mulheres feias. Apenas mulheres que não se cuidam ou não acreditam que são atraentes". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana Guedes Pinto&lt;br /&gt;(joanaguedespinto@tugamail.com)&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108368541073777854?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108368541073777854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108368541073777854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108368541073777854' title='“Não há mulheres feias”'/><author><name>Joana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02793904057508274010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108368529273814498</id><published>2004-05-04T16:38:00.000+01:00</published><updated>2004-05-04T16:45:27.793+01:00</updated><title type='text'>“Queimada Viva”: uma questão de honra</title><content type='html'>Souad é uma mulher com idade incerta (entre 40 e 50 anos) que foi vítima de um «crime de honra». No entanto, sobreviveu e acaba de publicar um livro intitulado “Queimada Viva”, onde conta como tudo aconteceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Souad nasceu numa pequena aldeia da Cisjordânia e acaba de publicar um livro intitulado “Queimada Viva”. No livro conta-nos a história da sua vida, uma vez que foi vítima dos «crimes de honra», que matam cinco mil mulheres por ano em vários países, como é referido na revista Pública do passado dia 2 de Maio. Entre esses países encontram-se o Brasil, Jordânia, Equador, Uganda, Egipto e Turquia, entre outros.&lt;br /&gt;Com origem em tradições tribais e patriarcais, os «crimes de honra» são actos de violência praticados contra as mulheres quando estas cometem adultério, querem o divórcio, são violadas ou se recusam a submeter a um casamento arranjado e são aplicados pelos homens da família. Como e referido na revista Pública, a organização Human Rights Watch (HRW) apresentou um documento à ONU em 2001 onde é referido que “os crimes de honra não são específicos de nenhuma religião, nem estão limitados a qualquer região do mundo”.&lt;br /&gt;No livro “Queimada Viva”, Souad conta precisamente como foi julgada e condenada pela família. Na altura em que tudo aconteceu, tinha 17 anos e ainda não era casada, o que na sua aldeia a tornava alvo de troça. Apaixonou-se por um rapaz que a tinha pedido em casamento, mas que a abandonou quando soube que Souad estava grávida. POR intermédio de uma tia, os pais tiveram conhecimento do sucedido e logo prepararam a sentença. No dia seguinte, o cunhado de Souad regou-a com gasolina e ateou-lhe fogo. A jovem conseguiu sobreviver e acabou por ser salva no hospital, já depois de ter dado à luz, por Jacqueline Thibault, activista de uma organização suíça, a Surgir. Jacqueline consegue convencer os pais de Souad que seria melhor que a filha morresse noutro país.&lt;br /&gt;Souad relembra toda a história da sua vida no livro. Conta como conheceu o seu actual marido e como consegue manter contacto com o filho, que tinha sido adoptado. Recusa-se a dizer o nome verdadeiro ou a mostrar a cara, pois receia ser encontrada pela família.&lt;br /&gt;No que diz respeito a tradições religiosas, como a proibição do uso do véu em França, tem uma posição muito definida: “Se querem pôr o véu, que fiquem nos seus países. Se vivemos na Europa, temos de viver como na Europa”, refere na revista Pública.&lt;br /&gt;Souad é uma das sobreviventes dos «crimes de honra» e pode contar a sua história ao mundo, mas a verdade é que pouco se tem feito para garantir a liberdade das mulheres em países onde os animais são considerados mais importantes e onde apenas os homens podem frequentar a escola. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara Palma&lt;br /&gt;clarapalma@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108368529273814498?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108368529273814498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108368529273814498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108368529273814498' title='“Queimada Viva”: uma questão de honra'/><author><name>Eu</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108368507191997270</id><published>2004-05-04T16:37:00.000+01:00</published><updated>2004-05-25T18:44:06.076+01:00</updated><title type='text'>Informar para combater a desinformação</title><content type='html'>A maternidade na adolescência continua a ser, actualmente, tema de inúmeros debates. &lt;br /&gt;A verdade é que Portugal é o segundo país com mais nascimentos em jovens com idades compreendidas entre os 15 e os 19 anos.A SIC disponibiliza dados sobre a maternidade na adolescência no site www.siconline.pt, facto de destaque, uma vez que Portugal está no topo das estatísticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste aspecto, o nosso país compara-se aos países menos desenvolvidos, onde a desinformação possui um lugar cativo. Nesses países, o desconhecimento dos métodos contraceptivos e a pobreza constituem a raiz do problema. As jovens sentem necessidade de ajudar as famílias e prostituem-se, sem tomar qualquer tipo de precaução, o que faz com que todos os dias existam mais jovens infectadas pelo HIV e outras doenças sexualmente transmissíveis.&lt;br /&gt;Numa altura em que o debate se mantém aceso em torno da questão da educação sexual nas escolas, contrariar a tendência nacional, é uma prioridade. Os órgãos de comunicação social, neste caso concreto, a SIC, podem desempenhar um papel de primeiro plano no esclarecimento de adolescentes menos informadas.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara Palma&lt;br /&gt;clarapalma@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108368507191997270?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108368507191997270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108368507191997270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108368507191997270' title='Informar para combater a desinformação'/><author><name>Eu</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108368509336872780</id><published>2004-05-04T16:26:00.000+01:00</published><updated>2004-05-26T12:34:48.236+01:00</updated><title type='text'>Acabar com a discriminação feminina</title><content type='html'>Apesar de não se verificar uma discriminação, as mulheres são  abordadas de forma negativa pelos Media. Este facto é o reflexo da realidade que se vive no nosso país. Títulos como "Mulheres ganham menos", "Dia Europeu da vítima" ou "Violência contra as mulheres" encontram-se na SIC- online e dão-nos a conhecer a existência de problemas que afectam a mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Mulheres ganham menos" é um título que foca um aspecto, que se pensava ultrapassado.&lt;br /&gt;Apesar de ter havido uma aproximação dos salários, conferidos ao sexo feminino e ao sexo masculino, este é um assunto que prejudica, sobretudo o sexo feminino. Em 1998, as mulheres ganhavam em média 81%  dos salários dos homens. Hoje em dia a percentagem chega aos 84%. No entanto, a diferença nas remunerações chega aos 110 euros. De acordo com o Instituto Nacional de estatística, o salário médio das trabalhadoras dependentes no ano passado foi de 577 euros, enquanto que o dos homens chegava aos 687 euros. &lt;br /&gt;No mercado do trabalho as mulheres são as mais prejudicadas. Como se já não bastasse a discriminação salarial, o desemprego e a precariedade são também fortes penalizadores do sexo feminino. Num mundo cada vez mais global e mais assexuado, onde se lutam pelos mesmos direitos e deveres, esta realidade parece ser incompreensível. &lt;br /&gt;Outro dos assuntos protagonizado pelas mulheres prende-se com o "Dia Europeu da vítima". Segundo este artigo, foram apresentadas na Associação portuguesa de Apoio à Vítima (APAV), cerca de oito mil queixas, sendo a sua maioria de crimes praticados contra as mulheres na sua própria habitação, sendo essas agressões feitas pelos próprios maridos e companheiros. Dos quase oito mil processos registados na APAV mais de metade são de homens que bateram em mulheres. Em menor número são os csos de mulheres que agrediram os maridos: 270 casos aproximadamente. A APAV recebeu ainda quase 200 casos de violações ao sexo feminino.&lt;br /&gt;Mesmo no que concerne às crianças, as principais vítimas são as do sexo feminino. Registaram-se cerca de 430 casos, onde as raparigas são as vítimas, contra as quase 250 queixas dos rapazes agredidos. Aqui a diferença mantém-se quando se trata de abusos sexuais a menores. Na maior parte dos casos registados, o agressor é o próprio pai das vítimas.&lt;br /&gt;Outro artigo da mesma página, intitulado "Violência contra as mulheres", fala-nos de uma campanha mundial lançada pela Amnistia Internacional (AI), para acabar com a violência contra as mulheres. O lançamento desta campanha coincide com a divulgação de um relatório com factos e números de atrocidades cometidas contra as mulheres.&lt;br /&gt;"Desde o campo de batalha ao próprio quarto as mulheres estão em risco". Com estas palavras, a AI deixa claro que a violência sobre as mulheres acontece das mais variadas formas em vários sítios, é afirmado no artigo em questão. Nos últimos anos, com os cenários de guerra, a violação tem atingido números inquietantes. Uma em cada três mulheres foi já espancada e forçada a ter relações sexuais. Portugal tem também lugar no relatório apresentado. A campanha empreendida pela AI pretende abranger vários problemas, que afectam as mulheres em todo o mundo.&lt;br /&gt;Cláudia Pedra, da secção portuguesa da AI, afirma neste artigo que "esta campanha é muito generalista sobre todos os tipos de problemas. Estamos também a falar de violações sexuais, muitas vezes usadas como armas de guerra, de situações como a mutilação genital feminina, ataques com ácido, mortes de honra", acrescentando que a campanha se desenvolve nos "sítios onde as mulheres são um alvo preferencial de violações de direitos humanos".&lt;br /&gt;Apesar da vergonha que as vítimas femininas têm em denunciar os seus agressores, a PSP e a GNR registaram em 2002 11 mil denúncias de crimes contra mulheres. No entanto, os processos ficam muitas das vezes suspensos devido à insuficiência de provas. A AI apela assim às mulheres de todo o mundo para não terem receio de fazer denúncias e exige o cumprimento das leis internacionais e nacionais para prevenir, investigar e punir os actos de violência praticados contras as mulheres.&lt;br /&gt;Desta forma, parece-me que não são os media que discriminam as mulheres ao retratá-las de forma negativa. O problema parece residir no facto de actualmente o sexo feminino ser, ainda,  discriminado. Os media são até uma ajuda na divulgação desses maus tratos. Ainda que, de forma negativa, as mulheres acabam por ganhar relevo na comunicação social e conseguir projecção para que insurjam iniciativas, campanhas e movimentos que a ajudam a libertar-se da condição que ocupa na sociedade do séc. XXI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana Guedes Pinto&lt;br /&gt;(joanaguedespinto@tugamail.com)&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108368509336872780?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108368509336872780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108368509336872780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108368509336872780' title='Acabar com a discriminação feminina'/><author><name>Joana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02793904057508274010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108360558016708232</id><published>2004-05-03T18:29:00.000+01:00</published><updated>2004-05-25T18:47:09.126+01:00</updated><title type='text'>Aung San Suu Kyi poderá ser libertada brevemente</title><content type='html'>Aung San Suu Kyi, dirigente do principal partido da oposição na Birmânia, encontra-se detida em prisão domiciliária desde Maio do ano passado. Aguarda-se para breve a libertação daquela que é considerada a «mãe coragem».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aung San Suu Kyi, filha do general Aung San, herói da luta pela independência da Birmânia, nasceu em 1945 e estudou nas melhores escolas de Rangum, Índia e Inglaterra (Oxford), enquanto acompanhava a sua mãe, que tinha sido nomeada embaixadora em 1960. Suu Kyi tem dois filhos, frutos do casamento com Michael Aris, professor universitário e especialista da religião budista e do Tibete. Nessa altura, trabalhava como Assistente na Escola de Estudos Orientais de Londres, ligada ao Secretariado do Conselho das Questões Administrativas e Orçamentais das Nações Unidas, como é referido no site do jornal Público. &lt;br /&gt;Suu Kyi regressou à Birmânia em Abril de 1988, com o objectivo de proclamar e exigir a democracia para o seu país, com eleições livres e a formação de um governo interino. Acabou por ser colocada em prisão domiciliária pelos seus actos a 20 de Julho de 1989, mas continuou a incitar a Liga Nacional para a Democracia (LND) a concorrer às eleições, que acabaram por ser vencidas por este partido em Maio de 1990 nas eleições gerais. No entanto, os militares não permitiram a subida ao poder da LND, desmantelando todos os partidos políticos e detendo os companheiros da líder.&lt;br /&gt;A líder da oposição na Birmânia, apelidada de «mãe coragem», foi galardoada com o Prémio Nobel da Paz, numa proposta feita pelo Presidente checo, Vaclav Havel. No entanto, o prémio teve se ser recebido pelo seu filho, a 10 de Dezembro de 1991.&lt;br /&gt;Aung San Suu Kyi foi libertada em Julho de 1995, mas, cinco anos depois, quando tentava apanhar o comboio para poder visitar alguns militantes pró-democracia em Mandalay, foi novamente detida.&lt;br /&gt;Feita prisioneira pela terceira vez em Maio do ano passado durante três meses em local desconhecido, Suu Kyi recebeu já a visita de Razali Ismail (enviado especial do secretário-geral da Nações Unidas) e de Paulo Sérgio Pinheiro (enviado especial da ONU para os direitos do Homem). Segundo o site do jornal Público, o ministro dos Negócios Estrangeiros birmanês, Win Aung, anunciou, numa entrevista dada ao canal ITV da Tailândia, que Aung San Suu Kyi será libertada a 17 de Maio. No entanto, notícias mais recentes citadas no site da Sic referem que o presidente da LND espera a libertação da dirigente do seu partido ainda esta semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara Palma&lt;br /&gt;clarapalma@hotmail.com      &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108360558016708232?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108360558016708232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108360558016708232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108360558016708232' title='Aung San Suu Kyi poderá ser libertada brevemente'/><author><name>Eu</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108358187264215842</id><published>2004-05-03T11:54:00.000+01:00</published><updated>2004-05-19T12:16:24.956+01:00</updated><title type='text'>Programação diária direccionada para a mulher</title><content type='html'>Durante o dia, nos três canais mais vistos em Portugal,  são vários os programas que se dirigem para o público feminino. Deste modo, recorda-se a velha ideia de que as mulheres passam o dia em frente ao televisor, enquanto os homens trabalham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A RTP preenche a manhã com o programa Praça da Alegria, durante a tarde é emitido o Portugal no Coração. Estes dois programas contam com a participação feminina na apresentação, no primeiro Sónia Araújo acompanha Jorge Gabriel, no Programa da tarde José Carlos Malato conta com Merche Romero e Marta Leite Castro. Ambos os programas se baseiam muito no diálogo, na música, na moda, nas trivialidades do dia-a-dia. O programa matutino dedica também algum espaço à cozinha e às receitas que as mulheres tanto gostam. Entre estes dois programas, há espaço para as notícias e para uma novela.&lt;br /&gt;Na SIC a manhã completa-se  com o programa apresentado por Fátima Lopes, SIC 10 Horas, a estrutura não difere muito do seu análogo da estação pública de televisão. À tarde, o Às 2 por 3, apresentado por Fernanda Freitas e José Figueiras, não se distingue muito dos descritos anteriormente: conversa-se, discute-se a vida alheia e trocam-se experiências. Logo após este talk show começam as novelas. São quatro no total, uma portuguesa e três brasileiras. Após esta panóplia novelesca há espaço para o Jornal da Noite e seguem-se mais três. &lt;br /&gt;A TVI não apresenta uma programação muito diferente e durante a manhã transmite o programa apresentado por Manuel Luís Goucha, Olá Portugal. Por volta das 15h00 surge outro talk show, A Vida é Bela apresentado por Carlos Ribeiro. Logo a seguir há a emissão de várias telenovelas, tal como acontece na SIC. Na TVI há a particularidade dos programas não serem apresentados por mulheres. &lt;br /&gt;Convém salientar que em todos os talk shows é possível participar via telefone e quase sempre estes participantes são do sexo feminino.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita Ramoa&lt;br /&gt;ritaramoa@aeiou.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108358187264215842?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108358187264215842'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108358187264215842'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108358187264215842' title='Programação diária direccionada para a mulher'/><author><name>Rita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01057463753216432264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108357733677550787</id><published>2004-05-03T10:40:00.000+01:00</published><updated>2004-05-25T19:10:22.716+01:00</updated><title type='text'>Correio do Brasil chega a Portugal</title><content type='html'>No dia 19 de Fevereiro chegou às bancas um novo jornal: o Correio do Brasil.&lt;br /&gt;Com uma imagem leve e descontraída, esta publicação dirigida por uma mulher promete fazer a ligação entre as comunidades brasileiras sediadas em Portugal e a sua terra Natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira edição desta nova publicação, Jorge Sampaio e Lula da Silva deixam uma mensagem aos leitores do jornal, reiterando as ligações luso-brasileiras e mostrando que, para além de uma língua comum, há também interesses comuns entre Portugal e o Brasil.&lt;br /&gt;Em jeito de Editorial, Alberto Dines, editor-chefe do Correio do Brasil, diz que este jornal “materializa o sonho de uma ponte impressa entre o ponto mais ocidental da Europa e a ponta mais oriental da América do Sul”.&lt;br /&gt;Nesta primeira edição, relatam-se as origens do carnaval, fazem-se referências musicais, literárias, televisivas e futebolísticas, entrevistam-se grandes nomes da sociedade brasileira e mostra-se um pouco de ambos os territórios: o luso e o brasileiro. &lt;br /&gt;Como suplemento do primeiro número, um cd de música brasileira traz até Portugal o timbre de oito grandes vozes do Brasil.&lt;br /&gt;A par da novidade no mercado, é de destacar o facto de o Correio do Brasil ser dirigido por uma mulher, Paula Ribeiro, assim como a particularidade de este jornal apresentar uma equipa redactorial composta por um número de mulheres superior ao número de homens, facto esse que contraria a tendência portuguesa para os directores masculinos e para as redacções compostas, na sua maioria, por homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofia Figueiras&lt;br /&gt;sofia_figueiras@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108357733677550787?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108357733677550787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108357733677550787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108357733677550787' title='Correio do Brasil chega a Portugal'/><author><name>bi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16411468124067306844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108357718856367931</id><published>2004-05-03T10:36:00.000+01:00</published><updated>2004-05-25T18:50:54.086+01:00</updated><title type='text'>Mulheres na rádio</title><content type='html'>As duas rádios generalistas de maior impacto nacional são um mundo de homens.&lt;br /&gt;Tanto a Rádio Comercial como a RFM têm, na sua maioria, homens a cumprir as mais variadas funções. São poucas as vozes femininas destas duas rádios. No entanto, são uma referência do mundo radiofónico português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As manhãs da Comercial arrancam com a “Bomba Relógio”, protagonizada por um duo homónimo: João e João, fazendo um jogo de palavras com os nomes dos apresentadores: João Vaz e Maria João Simões.&lt;br /&gt;Marta Santos e Vanda Miranda são também outros dois destaques do quadro. À parte, a informação e animação estão a cargo dos restantes seis homens que compõem o corpo de jornalistas da Comercial.&lt;br /&gt;No trânsito, Mónica Baltazar e Isilda Félix são as únicas mulheres a desempenhar esta função.&lt;br /&gt;As restantes mulheres distribuem-se por cargos de secretariado, direcção comercial, direcção de marketing e produção.&lt;br /&gt;Num total de 48 pessoas, apenas nove são mulheres.&lt;br /&gt;Na RFM, a questão é ainda mais flagrante: dos 11 destaques desta rádio, apenas Carla Rocha e Joana Cruz integram esta equipa liderada, essencialmente, pelo sexo masculino.&lt;br /&gt;Quando ligamos o rádio, a probabilidade de ouvirmos uma mulher é ,substancialmente, menor.&lt;br /&gt;Ficam de lado os anúncios publicitários que apresentam vozes femininas “quentes” e convidativas, que promovem um produto, com a maior atractividade possível, a par da sensualidade conferida às mulheres, aliada ao seu poder de persuasão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofia Figueiras&lt;br /&gt;sofia_figueiras@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108357718856367931?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108357718856367931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108357718856367931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108357718856367931' title='Mulheres na rádio'/><author><name>bi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16411468124067306844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108352428515890621</id><published>2004-05-02T19:57:00.000+01:00</published><updated>2004-05-25T18:56:46.330+01:00</updated><title type='text'>Dia da Mãe no DN</title><content type='html'>As mulheres não são, habitualmente, notícia nos jornais portugueses, mas nos dias dedicados ao sexo feminino, a mulher não passa despercebida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A propósito do Dia da Mãe, o Diário de Notícias (DN) publica uma reportagem sobre mães que o são, contra tudo e contra todos. Intitulado de “Todas as formas de maternidade”, o artigo começa por esclarecer que a sociedade portuguesa está, ainda, muito presa a estereótipos, e que a mulher é uma das principais vítimas. Nesta reportagem, o DN dá a conhecer quatro casos de mães que, de alguma forma, tiveram de ultrapassar adversidades. Ana, Celeste, Filipa e Joana são mulheres a quem a vida, de uma maneira ou de outra, atraiçoou, mas que não deixaram de se preocupar com o seu papel enquanto mãe. &lt;br /&gt;Aproveitando a data em questão, o DN publica, na sua primeira página da secção Sociedade, um estudo que mostra que os “Açores têm o dobro da taxa de gravidez precoce” e um outro artigo cujo título alerta para o “Alto risco de mortalidade materna antes dos 20 anos”. Na mesma página, o jornal faz ainda uma chamada para a detenção de um indivíduo de 28 anos, suspeito de um crime de violação e relata a anómalo caso de uma criança de 13 anos que, acompanhada pela mãe, se apresentou numa consulta de planeamento familiar a fim de colocar um implante contraceptivo. &lt;br /&gt;No que respeita à Notícias Magazine, revista semanal que acompanha o DN na sua edição dominical, a estratégia continua a ser a mesma: Isabel Stilwell, no editorial, comenta a dor por que uma mulher passa antes de dar à luz. A revista conta ainda com um artigo com dados estatísticos sobre os nascimentos em Portugal, com uma entrevista a uma médica pediatra e com outros dois artigos sobre o que é ser mãe, e como é que uma mãe se deve comportar quando regressa da maternidade. &lt;br /&gt;O Diário de Notícias optou, este ano, por falar do Dia da Mãe recorrendo a assuntos menos vulgares, mostrando que o papel de mãe é tão importante nos primeiros como nos restantes anos de vida de uma criança e que, por vezes, esse factor é negligenciado.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Filipa Poceiro &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108352428515890621?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108352428515890621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108352428515890621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108352428515890621' title='Dia da Mãe no DN'/><author><name>Ana Filipa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108352417707707327</id><published>2004-05-02T19:54:00.000+01:00</published><updated>2004-05-25T19:00:35.370+01:00</updated><title type='text'>As mulheres e os jornais Desportivos </title><content type='html'>O desporto é uma área predominantemente masculina. Nos jornais desportivos, as mulheres figuram em número reduzido, ou mesmo nulo, e quando aparecem, ocupam as últimas páginas, entre os grandes feitos masculinos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornal “A Bola” do dia 30 de Abril contém, no seu total, cinco referências a mulheres. Steffi Graff, Nédia Semedo, Fernanda Ribeiro têm direito a um pequeno artigo, enquanto que Anastasiya Kapachinskaya, Annika Sorenstam apenas figuram nas breves. &lt;br /&gt;Na edição do dia seguinte, o panorama é o mesmo: duas referências a tenistas, um pequeno artigo sobre Joana Pratas, velejadora que se qualificou para os Jogos Olímpicos de Atenas e uma breve sobre a gravidez da atleta brasileira Maureen Maggi, especialista no salto em comprimento. &lt;br /&gt;Apesar da fraca alusão ao sexo feminino nas suas páginas, A Bola distribui, semanalmente, o Bola7, um suplemento que conta, inúmeras vezes, com o currículo de belas desportistas, assim como várias histórias de mulheres que fazem parte da vida de atletas masculinos e que são, também, alvo de desejo por parte dos amantes das modalidades desportivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Filipa Poceiro &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108352417707707327?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108352417707707327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108352417707707327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108352417707707327' title='As mulheres e os jornais Desportivos '/><author><name>Ana Filipa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108352403089242110</id><published>2004-05-02T19:52:00.000+01:00</published><updated>2004-05-25T19:01:55.760+01:00</updated><title type='text'>Uma imagem vale mais que mil acordes</title><content type='html'>A Music Television, mundialmente conhecida por MTV, revolucionou o panorama musical, ao introduzir os videoclips. No entanto, a revolução não passou apenas pela música, mas também pelos seus intérpretes. &lt;br /&gt;O canal de televisão americano rapidamente se alastrou a todo o mundo, sendo considerado como ícone de uma geração que vivia intensamente a música, aliada à imagem. &lt;br /&gt;Se nos demais canais de televisão a mulher se pode queixar de tempo de antena, na MTV é diva e, o seu corpo, um valioso objecto, capaz de subir audiências e prender, ainda mais, a atenção dos jovens. &lt;br /&gt;Os videoclips contribuíram para libertar a mulher de muitos estigmas mas, ao mesmo tempo, transformaram o seu corpo em algo tão importante como a qualidade da sua música: Madonna, Britney Spears, Kylie Minogue ou Byoncé são exemplos de artistas que conquistaram o mundo da música graças à sua imagem. O segredo do sucesso passa, actualmente, pelos corpos semi-nus e pelas posições sensuais. &lt;br /&gt;As bandas que prescindem das mulheres como adorno da sua música acabam por ver, muitas vezes, dificultada a visualização dos seus “clips”, uma vez que estes não são tão apelativos para quem está em casa. &lt;br /&gt;Optar por videoclips ousados é um grande passo para o sucesso e as mulheres que o fazem ganham, para além de muito dinheiro, a atenção dos homens e a inveja das mulheres. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Filipa Poceiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108352403089242110?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108352403089242110'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108352403089242110'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108352403089242110' title='Uma imagem vale mais que mil acordes'/><author><name>Ana Filipa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108352390221486380</id><published>2004-05-02T19:49:00.000+01:00</published><updated>2004-05-25T19:05:54.510+01:00</updated><title type='text'>Público e JN esquecem a mulher</title><content type='html'>Em Portugal, as notícias sobre mulheres são em números irrelevantes. No entanto, essa ausência não se torna tão evidente no que respeita ao número de jornalistas do sexo feminino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos artigos assinados no Jornal de Notícias (JN) do dia 30 de Abril, 23 foram escritos por mulheres e 36 por homens. No Público do mesmo dia, as mulheres foram as autoras de 27 artigos, enquanto que 28 eram assinados por indivíduos do sexo masculino.  &lt;br /&gt;Se estes números não revelam disparidade, tal acontece na secção de Desporto: no Público não há nenhum texto assinado por mulheres, e no JN existem apenas dois, num total de oito artigos. &lt;br /&gt;No que respeita a fotografias, o JN, conhecido pelo seu constante recurso às imagens, apresenta 13 fotografias de mulheres contra 25 de homens, enquanto que na secção de Desporto conta apenas com fotografias de atletas do sexo masculino, 20, no total. &lt;br /&gt;Já o Público, parco em fotografias, exibe 22 homens e apenas cinco mulheres. No Desporto, três imagens de homens e uma única de uma mulher, Marion Jones, vencedora de cinco medalhas olímpicas em Sydney. &lt;br /&gt;Constata-se que, tanto em artigos como em imagens, os jornais de maior tiragem em Portugal prescindem das mulheres na secção desportiva, dando primazia aos homens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Filipa Poceiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108352390221486380?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108352390221486380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108352390221486380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108352390221486380' title='Público e JN esquecem a mulher'/><author><name>Ana Filipa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108352368191231817</id><published>2004-05-02T19:46:00.000+01:00</published><updated>2004-05-25T19:07:09.793+01:00</updated><title type='text'>Jovens apresentadoras revolucionam forma de estar na TV</title><content type='html'>A televisão portuguesa foi assaltada pela rebeldia. Rostos jovens marcam a diferença no entretenimento, principalmente pela postura irreverente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe da época em que as apresentadoras de televisão eram discretas, com uma atitude séria e quase inabalável, a nova geração de apresentadoras poderia perfeitamente ser o rosto da campanha publicitária de uma qualquer bebida energética: elas pulam, correm, riem, gritam, tudo sem deixar fugir o sorriso, o incontornável sorriso, imagem de marca de todas elas. &lt;br /&gt;O discurso não é cinzento e as perguntas são sempre indiscretas. Os enganos são corrigidos com uma gargalhada, e é sempre possível mostrar a faceta de actriz. A câmara não assusta, é antes um objecto que dominam com exemplar mestria e que as persegue para onde quer que elas vão. &lt;br /&gt;Sílvia Alberto é um dos exemplos. Chegou à televisão através do Club Disney, onde já mostrava o seu à-vontade perante as câmaras. Depois de um percurso discreto na apresentação de programas juvenis na RTP2, mudou-se para a SIC, onde era uma das repórteres do Catarina.com. Com a saída de Catarina Furtado para a RTP, Sílvia Alberto saltou para a ribalta, ficando a seu cargo o comando do programa, agora com um novo nome, Flash. A irreverência com que fazia as reportagens serviu-lhe de suporte nas entrevistas, e daí à apresentação do programa Ídolos foi um pequeno passo. &lt;br /&gt;De um momento para o outro, Sílvia Alberto passou a estar em todo o lado, imprimindo sempre o seu cunho pessoal, jovem e descontraído, conferindo-lhe o estatuto de estrela do canal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Filipa Poceiro &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108352368191231817?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108352368191231817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108352368191231817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_05_01_archive.html#108352368191231817' title='Jovens apresentadoras revolucionam forma de estar na TV'/><author><name>Ana Filipa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108201992850397474</id><published>2004-04-15T10:04:00.000+01:00</published><updated>2004-04-15T10:09:26.140+01:00</updated><title type='text'>Mulheres em destaque        </title><content type='html'>Na Única, revista que acompanha semanalmente o Expresso, o sexo feminino é várias vezes notícia. A 20 de Março, nesta publicação semanal, o tema mulher é central em três artigos, por diferentes motivos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos três artigos diz respeito à nova novela da SIC, que estreou na passada segunda-feira. “Da Cor do Pecado” tem como protagonista Taís Araújo, a primeira negra a interpretar o papel principal numa novela brasileira. Foram necessárias cerca de quatro décadas para que a maior emissora brasileira, a Rede Globo, colocasse uma actriz de cor como personagem principal. Esta actriz, já consagrada com a participação no folhetim «Xica da Silva», no qual interpretava uma escrava, tem agora 25 anos presenteados com o papel de protagonista duma novela. Devido ao sucesso da sua personagem em «Xica da Silva», Taís Araújo foi eleita, pela revista People, uma das mulheres mais belas do mundo. Esta actriz foi ainda proclamada embaixadora da Paz da ONU, em Angola. Porém, antes desta conquista na televisão brasileira, o mesmo tinha já ocorrido no teatro com a conhecida actriz Ruth de Souza, a primeira negra a apresentar-se no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Duas páginas depois encontra-se mais um esbelto rosto negro, desta vez é o de Waris Dirie, uma ex-modelo conhecida pela luta que empreende contra a excisão feminina.  Originária da Somália, Dirie, de 40 anos, passou pelo ritual da excisão antes da puberdade, tal como todas as meninas do seu país e de muitos outros. Contrariando o seu destino, decidiu fugir. Por sorte, foi descoberta por um conhecido fotógrafo que a lançou no mundo da moda. Mais tarde viria a ser uma “Bond girl” no filme «007 – Risco Imediato». Desde 1997 que se afastou da moda e enveredou pelas militâncias, iniciando a luta pelos direitos das mulheres do seu país natal. Esta causa levou-a à ONU como embaixadora da Boa-Vontade.&lt;br /&gt;Após uma página surge outro artigo que destaca mais uma vez o sexo feminino. Desta feita, o âmago da polémica é a eutanásia. Lesley Martin é acusada de matar a mãe, Joy Martin de 69 anos. A mãe de Lesley sofria de cancro nos intestinos e caminhava para a morte. Em 1999, Lesley pôs termo ao sofrimento da sua progenitora e deu-lhe uma sobredosagem de morfina, enterrando depois uma almofada no seu rosto. Agora, a filha é acusada de homicídio, depois do processo ter sido reaberto há dois anos, após a publicação de um livro em que Lesley fala do sofrimento da mãe e do que fez para por fim a essa dor. &lt;br /&gt;Todos estes artigos se destacam pelo protagonismo feminino e pela controvérsia dos temas. Desde o racismo até à excisão, as mulheres vão assumindo o “papel principal” numa sociedade cada vez mais mediática. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita Ramoa&lt;br /&gt;ritaramoa@aeiou.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                               &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108201992850397474?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108201992850397474'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108201992850397474'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_04_01_archive.html#108201992850397474' title='Mulheres em destaque        '/><author><name>Rita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01057463753216432264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-108041296024410553</id><published>2004-03-27T18:41:00.000Z</published><updated>2004-03-27T18:46:11.810Z</updated><title type='text'>Letizia Ortiz, a princesa «fabricada»</title><content type='html'>Letizia Ortiz era, até há bem pouco tempo, conhecida como apresentadora do telejornal das 21 horas com mais audiência em Espanha. No entanto, no dia 1 de Novembro de 2003, foi apresentada ao mundo e, especialmente, ao povo espanhol, como sendo a futura raínha espanhola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Letizia Ortiz prepara-se, aos 31 anos, para ser a futura raínha espanhola. A nível profissional, a ex-apresentadora já trabalhou nas redacções da Agência Efe, do diário ABC e dos canais de TV Bloomberg e CNN +. Posteriormente, passou para a empresa pública RTVE, segundo nos é referido pela revista Visão do passado dia 26 de Fevereiro. &lt;br /&gt;A noiva do futuro rei de Espanha, o príncipe Felipe, permanece no Pavilhão dos Convidados, no Palácio da Zarzuela, onde, para aumentar os seus conhecimentos, conta com a preciosa ajuda da sua assessora, Carmén Iglésias, que a aconselha sobre as leituras mais apropriadas, para que saiba, assim, mais sobre a história das famílias reais e da Casa de Borbón, bem como com a de Michael Howitt, que a instrui em inglês diplomático. Para além disto, Letizia recebeu também aulas de esqui, para poder acompanhar a família real durante as férias, e participou nalgumas caçadas, embora não tenha demonstrado um grande entusiasmo por esta actividade. Para alegria do povo espanhol, a futura princesa deverá demonstrar também um grande interesse pelas touradas, uma vez que este é um dos mais importantes aspectos da cultura popular espanhola.&lt;br /&gt;Apesar de Letizia ser divorciada, o povo espanhol mostra-se feliz com escolha do príncipe Felipe, uma vez que a consideram uma pessoa culta, simpática e carinhosa. Segundo a revista Visão, foi referido no jornal El Tiempo (um dos principais jornais da Colômbia e da América Latina) que «um rei do século XXI optou por uma raínha espanhola do mesmo século, profissional de êxito e com um divórcio às costas, representante típica da sociedade do seu tempo». &lt;br /&gt;Resta esperar pelo casamento, que se deverá realizar no próximo dia 22 de Maio e a partir do qual Letizia Ortiz Rocasolano terá que provar que, apesar de ser uma princesa «fabricada», poderá vir a ser uma excelente raínha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara Palma&lt;br /&gt;clarapalma@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-108041296024410553?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108041296024410553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/108041296024410553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#108041296024410553' title='Letizia Ortiz, a princesa «fabricada»'/><author><name>Eu</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107988062133975250</id><published>2004-03-21T14:49:00.000Z</published><updated>2004-05-26T12:37:01.663+01:00</updated><title type='text'>Dia dedicado à Mulher</title><content type='html'>No Dia Internacional da Mulher, dia 8 de Março, Barcelos publicou um livro e disponibilizou simbolicamente uma casa para apoiar mulheres em risco. Tanto a edição do livro como a doação da casa colocam em destaque o sexo feminino, que recebeu nesse dia dois presentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Jornal "Público" publicou, no dia 9 de Março, a notícia sobre a edição de um livro acerca de mulheres ilustres e da entrega de uma casa, que servirá de centro de acolhimento para mulheres em risco em Barcelos. &lt;br /&gt;Não é todos os dias que as mulheres ganham uma casa onde podem encontrar auxílio, ou que ganham voz num livro simplesmente dedicado a elas próprias. &lt;br /&gt;O livro, "Percursos no Feminino - Ser Mulher no Baixo Cávado" ilustra a vida de várias mulheres que se tornaram ilustres publicamente naquela região. Entre as 24 histórias de vida que são relatadas nesse livro, encontram-se representadas a artesã Rosa Ramalho, a poetisa Dulce Montalvo, a escritora Maria Pilar Figueiredo, Laurentina Torres, ex-presidente da Câmara de Esposende e Isolete Matos, directora da Portucel em Viana do Castelo. &lt;br /&gt;Quem tomou a iniciativa de publicar este livro foi o Kerigma (Instituto de Inovação e Desenvolvimento Social de Barcelos), que possui um departamento que trabalha directamente com mulheres em risco, o Gabinete para a Igualdade e Oportunidade.&lt;br /&gt;Maria das Dores Quinta e Costa foi a mulher que disponibilizou um apartamento à Instituição para o acolhimento de mulheres em risco, cuja chave foi entregue de forma simbólica na sede do GASC ( Grupo de Acção Social Cristão). &lt;br /&gt;Este novo centro de acolhimento vai ter capacidade para receber entre oito e dez mulheres durante um curto espaço de tempo, de modo a ser reconstruído o seu  projecto de vida, e vai dispor ainda de uma psicóloga e de um técnico de serviço social.&lt;br /&gt;Para já, esta casa vai abrir portas a seis mulheres e seus respectivos filhos no final deste mês. Mas este centro pretende alargar este número e apoiar cada vez mais mulheres que necessitem do seu amparo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana Guedes Pinto&lt;br /&gt;(joanaguedespinto@tugamail.com)&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107988062133975250?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107988062133975250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107988062133975250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#107988062133975250' title='Dia dedicado à Mulher'/><author><name>Joana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02793904057508274010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107988015757797992</id><published>2004-03-21T14:39:00.001Z</published><updated>2004-05-26T12:40:54.093+01:00</updated><title type='text'>Barbie's World (o mundo da Barbie)</title><content type='html'>A boneca de plástico mais famosa do mundo fez no dia 9 de Março 45 anos. O dia Internacional da Mulher foi coincidentemente festejado um dia antes (dia 8 de Março) ao do nascimento deste símbolo feminino, que povoa o imaginário de futuras mulheres desde 1959.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasceu em Nova Iorque, mas depressa se transformou num ícone feminino. Arranjou namorado, aliás marido, desde que foi criada a Barbie noiva, e preencheu o mundo de várias crianças e até  de mulheres com as suas aventuras.&lt;br /&gt;A Barbie é actualmente a boneca mais vendida em todo o mundo. Duas Barbies são vendidas a cada segundo em todo o planeta. A SIC on - line publicou na data do seu aniversário um artigo intitulado "Barbie faz 45 anos", onde relata a história desta célebre "mulher". &lt;br /&gt;Começou por ser uma boneca como outra qualquer, mas a sua peculiaridade depressa a fez distinguir-se das demais. É loira, bonita, eternamente jovem, tem corpo de manequim e apenas 29 cm. &lt;br /&gt;Tornou-se símbolo da emancipação feminina devido àquilo que representa. Já teve várias profissões, desde bailarina a dona de casa, passando por astronauta e Embaixadora da UNICEF, entre muitas outras nas quais sempre se distinguiu. Representa a mulher dinâmica, independente e sociável. Ganhou inúmeros amigos que a acompanham nas suas férias, a visitam no seu chalet, castelo ou mansão. Possui também um carro, um jeep e uma caravana. Tem animais de estimação,(um cão, um cavalo e um gato) e até uma irmã. As suas roupas e acessórios são sempre adequadas à ocasião e à profissão que exerce no momento. &lt;br /&gt;Em 1998, o Museu do Brinquedo em Portugal resolveu prestar-lhe homenagem e Barbie vestiu colecções de estilistas portugueses famosos. António Tenente, Fátima Lopes e Maria Gambina foram alguns dos estilistas que desenharam criações exclusivamente para esta "manequim". &lt;br /&gt;O seu corpo, aparentemente perfeito, foi alvo de várias polémicas. Aos 38 anos, esta boneca viu-se obrigada a estreitar as ancas e a reduzir o peito, pois os movimentos feministas dos anos 90 acusavam-na de provocar nas crianças ideias falsas sobre o corpo da mulher. A sua magreza foi também motivo de controvérsia, quando há alguns anos várias mulheres a acusaram de contribuir para o crescimento da anorexia ao  induzir as raparigas a comer menos, de forma a assemelharem o seu corpo ao da boneca.&lt;br /&gt;Em 2002 imortalizou as suas mãos e os seus pés no passeio da Fama em Hollywood.&lt;br /&gt;A 13 de Fevereiro deste ano, esta top - model separou-se do seu eterno companheiro, o Ken, que se manteve seu amigo.&lt;br /&gt;Este fenómeno criado pela Mattel, tem a ajuda dos Media que fazem dela notícia e a popularizam. O seu principal aliado é a publicidade, que lhe confere visibilidade através dos vários spots e que a representa de modo a criar um mundo de fantasia em qualquer mente. &lt;br /&gt;Esta boneca possui um clube de fans, um site oficial na Internet, vários vídeos e CDs e ainda uma complexa rede de acessórios e objectos, que inclui roupas e acessórios para crianças, perfumes, maquilhagem, material escolar, roupa de cama e toda uma infinidade de objectos que possuem o seu selo. Existem ainda coleccionadores que procuram a boneca mais antiga ou aquela que vestiu determinada colecção ou desempenhou certa profissão. São homens e mulheres que se dedicam a eternizar esta boneca e a tratam com imenso carinho. A Barbie tornou-se um fenómeno sociológico. É uma boneca que espelha em si o futuro de várias meninas, que se imaginam na sua pele quando crescerem.Tem o seu mundo bem construído, o mundo da Barbie, que alegra crianças e as fascina e que também já vai cativando adultos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana Guedes Pinto&lt;br /&gt;(Joanaguedespinto@tugamail.com)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107988015757797992?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107988015757797992'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107988015757797992'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#107988015757797992' title='Barbie&apos;s World (o mundo da Barbie)'/><author><name>Joana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02793904057508274010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107981349686444377</id><published>2004-03-20T20:09:00.000Z</published><updated>2004-03-20T20:15:31.390Z</updated><title type='text'>Mulheres fora dos títulos do Público </title><content type='html'>Numa análise feita aos títulos do jornal Público do dia 19 de Março, constatamos que são raros aqueles que fazem alusão ao sexo feminino. No Dia do Pai, as mulheres não foram notícia.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carlos Cruz, Durão Barroso e George Bush, António Vitorino, Santana Lopes, são  alguns dos nomes presentes nos títulos do dia; no que concerne às mulheres, conseguimos encontrar somente três. &lt;br /&gt;O primeiro encontra-se no Público Minho, e refere-se a Jamila Madeira, secretária-geral da Juventude Socialista. Os outros dois títulos encontram-se na secção Jogos e Pessoas, e informam o leitor que Courtney Love, viúva de Kurt Cobain, “volta a causar escândalo” e que os “Objectos pessoais de Katharine Hepburn estão à venda”. &lt;br /&gt;Na secção Desporto esta discrepância é ainda mais visível, não existindo uma única referência a atletas femininas, numa altura em que, por exemplo, se desenrola o Torneio de ténis de Indian Wells, com a presença das melhores tenistas do momento, assim como os Mundiais de Crosse femininos, em Parc Laeken, Bruxelas, onde figuram várias atletas portuguesas. &lt;br /&gt;Fora dos títulos, mas com lugar na secção de opinião aparecem Maria José Morgado, Esther Mucznik, Leonete Botelho e Maria de Fátima Bonifácio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Filipa Poceiro &lt;br /&gt;Filipa_cs@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107981349686444377?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107981349686444377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107981349686444377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#107981349686444377' title='Mulheres fora dos títulos do Público '/><author><name>Ana Filipa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107969963331268659</id><published>2004-03-19T12:33:00.000Z</published><updated>2004-03-22T12:46:16.140Z</updated><title type='text'>Importância de ser Mulher</title><content type='html'>A comemoração do Dia Internacional da Mulher começou em 1909, porém as Nações Unidas apenas o proclamaram oficialmente em 1975. Em Portugal, a celebração do dia 8 de Março começou após a revolução dos cravos, sendo uma das várias mudanças que se desencadearam no nosso país após o 25 de Abril. Contudo, a Convenção para a eliminação de todo o tipo de discriminação contra as mulheres surgiu somente em 1979. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano após ano, este dia passou a ter significado em todo o mundo, estimulando a luta do sexo feminino pela igualdade de direitos. Março passou ainda a ser notabilizado pelas várias manifestações organizadas por mulheres, sendo enfatizados todos os direitos femininos que estas devem usufruir enquanto cidadãs. Assim, em Março de 2004, aquele que pode ser considerado o mês da mulher, as notícias relativas a este sexo são bastante contrárias daquilo que seria suposto depois de tantos anos de reivindicação. Logo no dia 9 de Março, no Jornal da Tarde da Sic é revelado que uma em cada três mulheres, em todo o mundo, sofre agressões e é forçada a ter relações sexuais, dentro e fora de suas casas. Estes dados são deveras preocupantes, uma vez que, após toda a luta empreendida pelo sexo feminino, a mulher continua a ser flagelada e maltratada por aquele que parece ser ainda o “sexo forte”.&lt;br /&gt; Além desta notícia, a mulher tem sido bastante abordada nos vários meios de comunicação social por vários motivos polémicos. No Diário de Notícias, do próprio dia em que se comemorou o Dia Internacional da Mulher, é apresentado um estudo que revela que o número de mulheres com empregos ou com cargos importantes na sociedade é ainda muito inferior ao dos homens. Esta análise da sociedade mostra que ainda há muitas disparidades no que concerne à igualdade de direitos e oportunidades. &lt;br /&gt;Envolvendo o sexo feminino são ainda de referir as acesas discussões que envolvem a questão da despenalização ou não da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG). Sobre este tema, a principal controvérsia ressalta do facto de existir ou não a necessidade de praticar um aborto. Aqui demarca-se o papel que a informação sexual pode desenvolver, funcionando como o principal suporte para evitar esta situação de dúvida, que envolve principalmente as mulheres. &lt;br /&gt;Na ordem do dia estão ainda questões como o uso do véu islâmico na sociedade ocidental ou da mutilação genital feminina que se pratica ainda em muitos países. Todos estes assuntos dizem respeito à realidade da mulher do presente, realidade esta que demonstra não se terem ainda conseguido atingir todos os objectivos almejados pela emancipação feminina. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita Ramoa&lt;br /&gt;ritaramoa@aeiou.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107969963331268659?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107969963331268659'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107969963331268659'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#107969963331268659' title='Importância de ser Mulher'/><author><name>Rita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01057463753216432264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107962991378505714</id><published>2004-03-18T17:11:00.000Z</published><updated>2004-05-25T18:52:17.096+01:00</updated><title type='text'>Nawal Al Saadawi: de vítima a defensora dos direitos das mulheres</title><content type='html'>Na revista “Pública” de 29 de Fevereiro, Alexandra Lucas Coelho leva-nos até ao Egipto, numa viagem pelo mundo da flagelação feminina. Convenções religiosas que regem ideologias, pondo em causa a integridade física e moral de quem nasceu num país que não aceita a liberdade de ser mulher. &lt;br /&gt;Esta é a história de uma egípcia que experimentou a dor da mutilação genital e se negou a aceitar a sua continuidade...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mutilação genital feminina é praticada não só no Egipto, mas também em países como o Iêmen, Sudão, Nigéria, Tanzânia, Etiópia, Indonésia; Sri Lanka, Guiné, Golfo; Gana, Quênia e em algumas partes da América Latina.    &lt;br /&gt;No Egipto, estes serviços eram feitos em hospitais púbicos e na clandestinidade, uma vez que as restrições legais eram pouco específicas. Actualmente, apesar da proibição legal, a prática está demasiado enraizada para que seja possível aboli-la por completo. &lt;br /&gt;Nawal Al Saadawi foi sujeita à remoção do clitóris com apenas seis anos, porque a sua família cultivava princípios religiosos relacionados com a pureza e castidade, associando-os a esta prática. Tal como ela, muitas outras mulheres continuam a ser sujeitas à excisão feminina e Nawal, enquanto médica, pode agora auxiliar aquelas que experimentam a dor pela qual já passou.&lt;br /&gt;Usando como base a experiência à qual foi submetida, desenvolveu estudos nesta área, acabando por publicar “The Hidden Face of Eve” (1977), que se tornou uma referência na área dos estudos sobre as mulheres no mundo árabe.&lt;br /&gt;Com Sadat no poder, a sua contestação levou-a à prisão e, mais tarde, a pressão dos fundamentalistas islâmicos obrigou-a a fugir para os Estados Unidos. Quando regressou, embora a situação tivesse mudado, ainda teve de lutar contra uma tentativa de separação forçada, com base nos seus ideais de liberdade.&lt;br /&gt;Em 1982, fundou a AWSA (Arab Women’s Solidarity Association), uma organização &lt;br /&gt;não-governamental com várias delegações internacionais e milhares de activistas que, entre outros propósitos com vista à defesa das mulheres, combate os “crimes de honra”.&lt;br /&gt;Com mais de 42 publicações alicerçadas na sua experiência pessoal, Nawal Al Saadawi é um marco de destaque, tanto no que respeita aos estudos que realiza, como na defesa acérrima dos direitos das mulheres.&lt;br /&gt;A mutilação genital feminina não é uma tradição dos países árabes nem do universo islâmico, porque o Corão não a advoga. Mesmo assim, continua a ser usual em países com comunidades oriundas destas regiões, como é o caso de Portugal.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofia Figueiras&lt;br /&gt;sofia_figueiras@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107962991378505714?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107962991378505714'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107962991378505714'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_03_01_archive.html#107962991378505714' title='Nawal Al Saadawi: de vítima a defensora dos direitos das mulheres'/><author><name>bi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16411468124067306844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107654374785512345</id><published>2004-02-11T23:55:00.000Z</published><updated>2004-03-04T16:57:42.950Z</updated><title type='text'>Histórias de amor e mulheres alteradas</title><content type='html'>Aos Domingos, a revista Pública marca a diferença, ao oferecer, nas suas últimas páginas, os cartoons da Maitena e do Miguel. A mulher tem neste espaço um espelho de si mesma, tenha ela a personalidade que tiver. A única característica indispensável para que as mulheres se identifiquem com o que lêem, é viver no planeta Terra. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário do que acontece na maioria dos jornais ou revistas no nosso país, em que os cartoons são uma crítica humorística à sociedade ou, invariavelmente, ao futebol, o cartoon da Maitena caricatura situações do quotidiano da mulher, tentando mostrar o mundo de contradições em que esta parece viver. &lt;br /&gt;	A rubrica “Mulheres alteradas” conta-nos os dramas que a mulher moderna enfrenta diariamente, desde preocupações estéticas, a complexos e alteração de personalidade, em função das situações. Alterada ou não, a mulher é, indubitavelmente, o tema-chave do cartoon semanal. &lt;br /&gt;	Maitena retrata os problemas existenciais da mulher, as suas dúvidas, certezas e ideias, mas mostrando sempre que não há nada melhor do que ser mulher. Por mais complicadas que as situações sejam, a mulher e o seu sexto sentido acabam por colmatar as dificuldades, com uma boa dose de charme, boa disposição e muita habilidade.&lt;br /&gt;	No entanto, a inteligência não parece ser a sua principal arma. E esta sátira foca o facto de a mulher fazer “uma tempestade num copo de água”, nas situações mais simples. Ironiza o facto de os pormenores serem fulcrais na vida de uma mulher, estabelecendo, ainda que indirectamente, uma comparação entre o facilitismo masculino e a indecisão feminina.&lt;br /&gt;	Certo é que ninguém consegue escapar a este cartoon sem esboçar um sorriso que seja, ou identificar-se com as situações narradas: as mulheres, porque já passaram, certamente, pelo mesmo; os homens porque assistiram a situações idênticas &lt;br /&gt;	Quem lê este cartoon, fica sem perceber se quem o faz é uma mulher ou um homem. Por um lado, as sátiras parecem um envenenamento do comportamento feminino. Por outro, a subtileza com que certos temas são abordados parecem só poder ser contados por quem os vive. Maitena é assim: espontânea, divertida e muito actual. &lt;br /&gt;	Dentro da mesma linha, a referida revista publica também a rubrica “Histórias de amor”, fazendo alusão a situações conjugais, vistas do prisma da mulher, já que, para o homem, os dilemas da esposa parecem sempre insignificâncias.&lt;br /&gt;Ainda que divertidos, os dois cartoons mostram o lado fútil da mulher, deixando transparecer o lado cómico dessas mesmas situações, o que confere à mulher o poder de divertir os leitores da revista Pública, incluindo os próprios homens. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Filipa Poceiro&lt;br /&gt;filipa_cs@portugalmail.pt&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107654374785512345?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107654374785512345'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107654374785512345'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107654374785512345' title='Histórias de amor e mulheres alteradas'/><author><name>Ana Filipa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107654361563208525</id><published>2004-02-11T23:53:00.000Z</published><updated>2004-02-11T23:56:05.543Z</updated><title type='text'>Mulheres em campo de homens…</title><content type='html'>O futebol é um desporto maioritariamente masculino. Contudo, a presença de mulheres no universo futebolístico é cada vez maior. E Portugal não é excepção…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na revista “Pública” de 23 de Setembro de 2003, Luís Miguel Viana apresentava “As meninas da bola” portuguesas, fazendo referência à pouca expansão da prática futebolística no que respeita às mulheres portuguesas.&lt;br /&gt;Estima-se que sejam cerca de mil as adeptas da modalidade, organizando-se em associações regionais ou clubes locais. São, na sua maioria, mulheres licenciadas que jogam “por amor à camisola” e se situam na linha dos 20-24 anos. São, na verdade, jogadoras da selecção, atletas de alta competição que não têm esse estatuto reconhecido.&lt;br /&gt;Luís Miguel Viana apresenta-nos quatro casos bem sucedidos: Edite Fernandes (ponta de lança), Mónica Ribeiro (trinco), Carla Cristina (guarda-redes) e Joana Gaspar (médio), num breve relato das suas andanças pelo mundo do futebol feminino e das adversidades ultrapassadas.&lt;br /&gt;Num país conservador como Portugal, casos como estes necessitaram de grande incentivo e dedicação, uma vez que o “desporto-rei” apenas assume projecção e destaque consideráveis no caso mais habitual: o masculino.&lt;br /&gt;Curiosa é a constatação possível a partir da comparação dos dados estatísticos entre jogos masculinos e femininos dos últimos campeonatos da Europa: os jogos femininos apresentam menos faltas, mais tempo útil de jogo, mais golos, menos interrupções e intervenções do árbitro.&lt;br /&gt;Estas mulheres, do ponto de vista social, são vistas como “machos”, muito por culpa da atitude das aficionadas da década de 70 que, à semelhança dos seus colegas masculinos, usavam camisolas largas e assumiam comportamentos masculinos, copiando até, cortes de cabelo de jogadores conhecidos, como Fernando Gomes ou Paulinho Cascavel. Ao invés, nomes como o de Mia Hamm (avançada da selecção americana) vieram contrariar essa ideia, avançando com forte publicidade que atestava a feminilidade das jogadoras de futebol.&lt;br /&gt;Nos EUA, o futebol feminino é encarado com bastante respeito e seriedade, equiparando-se em importância, ao futebol masculino português.&lt;br /&gt;Com o passar do tempo, ouvimos mesmo falar em “moda” nos jogos de futebol femininos. Adoptaram-se equipamentos mais justos, que salientam as formas do corpo. As futebolistas optaram pela maquilhagem, mesmo em situação de jogo. &lt;br /&gt;Convém referir, para os mais cépticos, que não se tratam de desfiles desportivos, mas de jogos de futebol a sério…protagonizados por mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofia Figueiras&lt;br /&gt;sofia_figueiras@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107654361563208525?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107654361563208525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107654361563208525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107654361563208525' title='Mulheres em campo de homens…'/><author><name>bi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16411468124067306844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107654181108649058</id><published>2004-02-11T22:58:00.002Z</published><updated>2004-04-26T16:13:07.466+01:00</updated><title type='text'>Viver sem  “regra”</title><content type='html'>São muitas as revistas tipicamente femininas, como a Cosmopolitan, a Elle, a Activa, a Máxima, ou a Ragazza (esta última mais virada para os problemas das jovens adolescentes), que se debruçam sobre assuntos vocacionados para este sexo. Embora actualmente a barreira entre o que é feminino e masculino se torne cada vez mais ténue, ainda existem assuntos que só dizem respeito às mulheres. Um destes assuntos é indubitavelmente a menstruação. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A revista Única que acompanha semanalmente o jornal Expresso foca esta semana, com um artigo entitulado “o fim da história”, esta realidade feminina mais conhecida por período. Este artigo refere-se não só à menstruação, como também ao seu fim. Dito desta forma parece um pouco estranho, pois desde sempre o sexo feminino foi conformado a viver com a “regra”.&lt;br /&gt;No entanto, este “estado feminino”, (que já pode ser controlado através de vários fármacos e dispositivos, que apesar de não eliminarem por completo os ciclos menstruais, os reduzem nitidamente) está prestes a conhecer uma nova forma de se processar.&lt;br /&gt;Em Outubro de 2003, foi lançada nos Estados Unidos uma nova pílula anticoncepcional revolucionária que permite reduzir as menstruações a um terço daquilo a que nos habituamos, ou seja a quatro ciclos anuais.&lt;br /&gt;Embora a Infarmed não planeie trazer este medicamento para Portugal, as mulheres portuguesas têm já vários métodos ao seu alcance que lhes permitem prolongar a ausência do período menstrual por vários meses. Desde as pílulas anticoncepcionais, até aos implantes subcutâneos, passando pelas  injecções intramusculares,  são variadas as formas para “atrasar” o período. &lt;br /&gt;Apesar da maior parte da população feminina que recorre a estes métodos ter como objectivo impedir uma gravidez  ou evitar os sintomas que precedem a menstruação (a tão irritante e incómoda tensão pré-menstrual), nenhum destes métodos é 100% seguro no que concerne ao cumprimento desses objectivos e, além disso, os efeitos secundários levam na maior parte das vezes ao aumento de peso, sendo este o principal malefício para quem se “submete” a estes fármacos quase “milagrosos”.&lt;br /&gt;A mulher tem assim ao seu alcance a derradeira fronteira da manipulação do seu corpo, o controlo total do seu organismo numa era em que a beleza é a ditadora, e a cosmética e a cirurgia tomam conta do corpo humano e o moldam ao critério pessoal.&lt;br /&gt;Contudo, Miguel Oliveira da Silva, ginecologista- obstreta no Hospital de Santa Maria e membro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida,  afirma que “é raro uma mulher pedir a um médico para eliminar o periodo.” A mulher continua, assim, a querer assegurar esta sua diferença perante o Homem e apesar do período ser inoportuno e  uma autêntica chatice, as mulheres continuam a achá-lo como parte da sua feminilidade.&lt;br /&gt;Não posso deixar de referir outro dos pontos abordados neste artigo, que remete para a indústria que se instalou em redor deste fenómeno determinado pela natureza. Todos os produtos que tratam da higiene feminina, leia-se pensos higiénicos e tampões, que apresentam uma evolução constante de modo a proporcionar maior conforto à mulher e que angariam milhões de euros anualmente, sentiriam um decréscimo na sua procura, assim como os analgésicos que tornam a síndrome pré-menstrual menos incomodativo acalmando as dores de cabeça e de barriga. As pílulas anticoncepcionais, consumidas mensalmente aos milhões no nosso país, tornar-se-iam também prescindíveis com a chegada deste novo medicamento.&lt;br /&gt;Para que esta pílula se torne uma realidade mundial e adquira a importância que os métodos supracitados conseguiram estabelecer nas mentes da sociedade, é ainda necessário dissipar uma última dúvida, que é o facto de comprovar a necessidade biológica que o ciclo menstrual tem para o sexo feminino.&lt;br /&gt;Quando esta questão for solucionada, as mulheres vão poder ter a liberdade de decidir aquilo que lhes foi imposto sem contestação pela natureza, durante milhares de gerações: ter, quando ter ou mesmo não ter o período. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana Guedes Pinto&lt;br /&gt;(joanaguedespinto@tugamail.com)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107654181108649058?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107654181108649058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107654181108649058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107654181108649058' title='Viver sem  “regra”'/><author><name>Joana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02793904057508274010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107652759042959108</id><published>2004-02-11T19:26:00.000Z</published><updated>2004-03-04T16:44:58.686Z</updated><title type='text'>Prolifera a desinformação</title><content type='html'>O acesso à informação multiplica-se, mas ao contrário do que seria de esperar existe uma ausência de informação que é frequentemente apontada como causa dos vários problemas que preocupam toda uma sociedade cada vez mais mediatizada. A 9 de Fevereiro surgiram três notícias que versavam sobre problemas concernentes às mulheres e que indicavam a escassez informativa como principal entrave à dissolução destes problemas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	No Jornal de Notícias surge, em primeira página, uma notícia que refere os “atrasos no combate à violência doméstica”. As agressões contra as mulheres são tidas como a principal razão de morte e invalidez entre mulheres dos 16 aos 44 anos. Há uma grande campanha de sensibilização em torno deste problema e um projecto denominado Estrada Larga – Caminhos para Famílias sem Violência. Este projecto pretende abranger todo o país tentando sobretudo sensibilizar e informar, uma vez que, muitos portugueses não sabem ainda como agir quando são vítimas, ou quando se deparam com situações deste tipo. Isabel Dias socióloga e também docente na Faculdade de Letras da Universidade do Porto refere que “estes casos alimentam-se da privacidade e da intimidade”. Isto quer dizer que não são ainda abundantes as divulgações destes problemas tão íntimos e ao mesmo tempo tão sociais. &lt;br /&gt;	Como já referi, no mesmo dia surge uma outra notícia relacionada com o público feminino, desta vez, fala-se da infertilidade precoce que é cada vez mais frequente no nosso país. Esta informação foi divulgada no Jornal da Tarde da SIC, onde se revelou que é cada vez mais frequente a menopausa em mulheres com menos de 30 anos. Mais uma vez foi colocada a questão da informação, porque embora muitos factores apontem para a genética, há muitos que não o são e que poderiam até mesmo ser evitados. Factores que muito contribuem para este fenómeno são a aceleração do ritmo de vida, o stress a ela inerente, o tabagismo e uma alimentação descurada. Assim, uma resolução futura para este novo flagelo, que ameaça seriamente a mulher, passaria por novas bases no sistema educativo e na formação familiar. Para que tal seja exequível a informação é extremamente relevante e terá que ser encarada como o veio condutor de novos estilos e práticas de vida.&lt;br /&gt;	Ainda no referido bloco informativo do dia 9 de Fevereiro destacou-se uma outra notícia relacionada com as mulheres. Revelou-se que o Governo pretende implementar medidas que fomentem a informação sexual, de modo a prevenir situações que possam levar à necessidade de praticar o aborto, prática que tem sido muito discutida e divulgada. Mais uma vez fica provado que a informação é vital para evitar situações “críticas” que possam implicar medidas extremas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita Ramoa&lt;br /&gt;ritaramoa@aeiou.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107652759042959108?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107652759042959108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107652759042959108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107652759042959108' title='Prolifera a desinformação'/><author><name>Rita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01057463753216432264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107625157119098712</id><published>2004-02-08T14:43:00.000Z</published><updated>2004-02-08T18:50:02.873Z</updated><title type='text'>Novo projecto para vítimas de violência doméstica</title><content type='html'>Conceição Lavadinho, coordenadora do II Plano Nacional contra a violência Doméstica, apresenta-nos um conjunto de medidas a tomar para que as vítimas sejam mais protegidas e atendidas da devida forma quando fazem queixa, sugerindo, para isso, uma formação específica dos  polícias para este tipo de casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No passado dia 6 de Fevereiro, Conceição Lavadinho, coordenadora do II Plano Nacional contra a Violência Doméstica, concedeu uma entrevista ao jornal “Público”, onde referiu quais os projectos que está a pensar pôr em prática no âmbito da formação dos polícias para atender mulheres vítimas de violência doméstica.&lt;br /&gt;Conceição Lavadinho propõe, assim, a criação de um modelo de auto, através do qual o Ministério Público (MP) terá acesso a dados que, por vezes, não são convenientemente referidos. Muitas vezes, a informação chega incompleta às mãos dos juízes, fazendo com que o contacto entre o agressor e a vítima não seja impedido quando isso devia acontecer. É muito importante saber quais os indicadores de risco a referir e, por isso, “decidiu-se criar um auto de notícia padrão, normalizado, que possibilite a recolha de dados suficientemente claros para que o MP possa avaliar devidamente a situação e propor a medida de afastamento do agressor quando for necessário”, afirmou Conceição Lavadinho.&lt;br /&gt;A coordenadora mostra-se confiante no projecto, que não obrigará a vítima a contar vezes sem conta a agressão que sofreu, uma vez que será elaborada uma ficha onde são colocados os dados. Essa ficha seguirá depois para o Instituto de Medicina Legal (IML). Desta forma, as vítimas não terão que repetir as histórias num momento em que estão fragilizadas. Este projecto também permitirá às autoridades perceber se o caso é isolado ou não.&lt;br /&gt;Conceição Lavadinho pensa que não existe muita preparação para o atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica. A psicóloga acredita que, só em momentos de grande desespero, a mulher recorre à ajuda. Isto porque “os comportamentos que caracterizam a violência doméstica não acontecem uma vez na vida das pessoas, são repetidos, há um ciclo, que passa por um período em que vão surgindo tensões, depois há a agressão propriamente dita, depois há um período em que o agressor se sente culpado, pede desculpa, é amoroso, seduz a vítima, e a vítima é muito ambivalente, gosta do agressor – caso contrário não vivia com ele... – e, portanto, o que ela quer mesmo é que aquela parte boa prevaleça, quer acreditar que ainda vão ser felizes. É só quando estão completamente desesperadas que denunciam”, diz Conceição Lavadinho. A coordenadora também considera que, se a sociedade civil (família, amigos, vizinhos) protegesse as mulheres, os agressores não seriam tão violentos.&lt;br /&gt;Um dos grandes obstáculos para as autoridades (e para as vítimas) é o facto de o agressor poder impedir a entrada destas nas sua casa, pois esta também é sua propriedade e não apenas da vítima, o que obriga ao pedido de um mandado que permita a entrada na residência. Consequentemente, surgem outros problemas, entre os quais, a falta de casas de abrigo. As vítimas, para além de sofrerem as agressões, são muitas vezes obrigadas a sair de casa (uma vez que o agressor se recusa a fazê-lo) para que a situação não se repita, recorrendo às casas de abrigo que não têm resposta para tanta procura. Conceição Lavadinho pensa que a solução é “haver uma maior aplicação da medida de afastamento do agressor. Não sei se a partir daí as casas de abrigo serão suficientes ou não”.&lt;br /&gt;Para já, está também prevista uma grande campanha contra a violência doméstica, em que se irá proceder há sensibilização nas escolas, formação de professores nesta matéria, distribuição de folhetos em russo e em inglês, para que as minorias étnicas também tenham acesso à informação devida. Nesse mesmo folheto devem aparecer informações sobre onde se deve dirigir a vítima, o que devem levar quando saem de casa, etc. Os folhetos estarão disponíveis em centros de saúde,  farmácias e hospitais.&lt;br /&gt;Ao nível dos recursos financeiros, Conceição Lavadinho diz-nos que “A formação de polícias, por exemplo, implica verbas e esse custos têm de ser assumidos pelo Ministério da Administração Interna (MAI). Também temos entidades privadas interessadas em associar-se a algumas medidas do plano”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara Palma&lt;br /&gt;clarapalma@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107625157119098712?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107625157119098712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107625157119098712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107625157119098712' title='Novo projecto para vítimas de violência doméstica'/><author><name>Eu</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107593919661173401</id><published>2004-02-04T23:58:00.000Z</published><updated>2004-03-18T17:03:44.496Z</updated><title type='text'>O humor e as mulheres</title><content type='html'>Herman José chegou à SIC no ano 2000 para ser líder de audiências ao Domingo à noite. Apelidado de “maior humorista português”, o multi-facetado artista recorre frequentemente à nudez feminina como atractivo visual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após anos de sucessos na RTP1, Herman José mudou-se para a SIC onde apresenta um programa onde lhe é permitido fazer de tudo, desde mulheres que desfilam nuas, a números de striptease em directo.&lt;br /&gt; Herman, contudo, adopta uma postura dicotómica em relação às mulheres: é um verdadeiro gentleman quando as suas convidadas são dignas da sua admiração; é irónico e satírico, quando se depara com figuras femininas com pouca aceitação social.&lt;br /&gt;O seu programa recorre, variadas vezes, ao mundo feminino, quer no que respeita ao humor e sarcasmo, quer no que respeita à vertente sexual. Aliás, as críticas sociais que o apresentador constrói envolvem, na maioria das vezes, as mulheres e o seu comportamento. Exemplo disso é o sketch final, protagonizado por Joaquim Monchique e Ana Bola, personificando duas mulheres da alta sociedade, ávidas de críticas. Aqui está presente uma metáfora da mulher curiosa, que fala dos outros, tecendo comentários menos abonatórios ao estilo de vida das figuras públicas. Este sketch envolve também, a mesquinhez e futilidade das conversas femininas.&lt;br /&gt;Herman, ao longo dos quase quatro anos de permanência na SIC, tornou-se mais arrojado na sua crítica ao mundo feminino não deixando, porém, de destacar e elogiar as mulheres, sempre que tem motivos para o fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofia Figueiras&lt;br /&gt;sofia_figueiras@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107593919661173401?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107593919661173401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107593919661173401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107593919661173401' title='O humor e as mulheres'/><author><name>bi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16411468124067306844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107593680121547656</id><published>2004-02-04T23:19:00.000Z</published><updated>2004-02-04T23:22:21.903Z</updated><title type='text'>As manhãs das mulheres </title><content type='html'>As mulheres são o público – alvo das três estações portuguesas de televisão, no horário da manhã. É a pensar nelas que a RTP, SIC e TVI emitem programas idênticos, capazes de amenizar o peso das tarefas domésticas. &lt;br /&gt;A RTP foi a primeira estação a perceber as vantagens de uma programação inteiramente dedicada ao sexo feminino. Surge assim “A Praça da Alegria”, pela mão de Manuel Luís Goucha. A SIC seguiu-lhe os passos, numa altura em que as manhãs da RTP continuavam na liderança. Entregue, num primeiro momento, a Júlia Pinheiro, o “SIC 10 horas” era a alternativa da estação privada, actualmente a cargo de Fátima Lopes. Mais tarde, a TVI seguiu o mesmo caminho, trazendo para as manhãs da TVI uma actriz em estado de graça, devido ao sucesso alcançado como protagonista na telenovela “Olhos de Água”, Sofia Alves. O programa “Manhãs de Sofia” não vingou, e a TVI, ciente da importância de um bom apresentador, contrata Manuel Luís Goucha à RTP, dando início ao “Olá Portugal”. Na RTP, Jorge Gabriel toma as rédeas do programa, ao lado de Sónia Araújo.   &lt;br /&gt;O conteúdo dos programas em nada difere. Abordam-se dramas sociais, tenta-se solucioná –   -los, apelando à solidariedade de quem assiste. Distribui-se dinheiro através de mini-                 -concursos, de dificuldade mais ou menos acrescida. Fazem-se previsões astrológicas e demonstrações culinárias. Há sempre um convidado ilustre, música e humor. Privilegia-se, sobretudo, a interacção com o telespectador. &lt;br /&gt;Através dessa interacção, podemos verificar que, quem assiste aos programas, pertence, essencialmente, à classe média baixa, e que as mulheres são maioritariamente domésticas quando não desempregadas ou reformadas.&lt;br /&gt;A mulher surge como a companheira que está do outro lado, que se emociona com os problemas alheios, e que merece ser compreendida. Os apresentadores estabelecem laços de amizade com o seu público e são considerados elementos da família. Essencialmente, tenta-se agradar à mulher, como que agradecendo pela fidelidade ao canal.  &lt;br /&gt;De referir parece ser o facto de, numa programação vocacionada essencialmente para o público feminino, os apresentadores serem dois homens e apenas uma mulher. &lt;br /&gt;Dá-se à mulher aquilo que se pensa que ela precisa: companhia e muita compreensão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Filipa Poceiro&lt;br /&gt;filipa_cs@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107593680121547656?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107593680121547656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107593680121547656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107593680121547656' title='As manhãs das mulheres '/><author><name>Ana Filipa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107590194528588959</id><published>2004-02-04T13:35:00.000Z</published><updated>2004-02-04T13:41:25.153Z</updated><title type='text'>Bela Silva, uma artista invulgar</title><content type='html'>Bela Silva, de 37 anos, é reconhecida mundialmente pelos seus trabalhos, sendo considerada pelo director do Museu Nacional de azulejaria, Paulo Henriques, “a ceramista mais importante da geração de jovens autores a trabalhar em azulejaria”, como é referido na revista Pública do passado dia 1 de Fevereiro. Esta artista é a autora de uma exposição que irá ter lugar, muito em breve, na estação de metro de Alvalade, em Lisboa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bela Silva, de 37 anos, é portuguesa e vive entre Lisboa e Nova Iorque, mas as suas obras já correram o mundo. Os seus sapatos de cerâmica foram expostos em Chicago ao lado de trabalhos de Andy Warhol e Rebecca Horn, as suas telas foram levadas para o outro lado do mundo pelo presidente da Paramount Pictures, desenhou uma ilustração um tanto ou quanto ousada para o New York Times e viu um livro publicado com as suas ilustrações pela Running Express, cujo tema era “Mammasutra” (ser sexy quando se está grávida). &lt;br /&gt;Bela Silva já expôs as suas obras em várias cidades do Mundo, quer individualmente (Chicago, Tóquio e Toskuma, no Japão) quer colectivamente (Nova Iorque, Chicago, St. Louis, Florença, Pequim e Vallauris) e os países onde mais vende são Portugal, Estados Unidos e Japão. Ultimamente o seu trabalho tem sido também cobiçado no  Irão e no Sri Lanka , tendo já sido contactada por vários compradores destes países. O sucesso de Bela Silva é tal que em Portugal, nos Estados Unidos e no Japão há mesmo quem espere pelas suas obras mesmo antes de estarem prontas, facto que também se pode comprovar por ter vendido a maioria das suas obras aquando da sua exposição de “Odaliscas”, em Setembro, mesmo antes de esta ser inaugurada.&lt;br /&gt;Esta artista viveu seis anos em Chicago, mas apesar de a considerar uma cidade que qualquer arquitecto deve visitar, não gostava da falta de cores, do tempo frio e da solidão, uma vez que não conhecia ninguém. Acabou, no entanto, por trabalhar ali em várias áreas, como fotografia e design de sapatos, colaborando, depois de concluir o mestrado, com organizações ligadas a escolas que faziam projectos de arte pública com crianças. Foi também convidada para ser directora de uma fábrica de cerâmica, mas recusou o convite. Voltou para Portugal já casada e grávida de seis meses, mas como o seu marido não se adaptou ao país, acabou por ir viver para Nova Iorque. Aos 24 anos quis fazer parte de um projecto de arqueologia na Grécia, concretizando um sonho antigo, mas acabou por desistir passados dois meses, concluindo que aquele era apenas um desejo de quando era criança. Mesmo assim, muitos dos seus trabalhos em cerâmica apresentam características dos objectos que encontrava quando fazia arqueologia para a Câmara Municipal de Almada. Mais tarde expôs as suas obras e fez alguns “workshops” no Japão, afirmando que sempre sentiu um grande fascínio pelos usos e costumes asiáticos. Actualmente vive em Lisboa, uma vez que está a preparar a exposição para a estação de metro de Lisboa, que será constituída por três painéis, mas que apenas estará pronta daqui a quatro meses. Na altura da inauguração, seremos presenteados “com 300 metros quadrados de fábulas às cores, explosões de humor e erotismo (mas contido, estaremos num lugar público), habitados por mulheres carnudas e sensuais, algumas perversas, por meninas a brincar, bichos exóticos, folhas de árvores”, como é referido na revista Pública do passado dia 1 de Fevereiro.&lt;br /&gt;O interesse de Bela Silva pela azulejaria surgiu em Chicago, onde tirou o mestrado em Arte no Art Institute of Chicago, levando-a a recordar os azulejos de Lisboa. Foi na América que começou a explorar o imaginário do barroco, sendo por isso natural que por vezes seja considerada uma mulher “barroca”, mas outras vezes definem-na como uma artista “do tipo Blade Runner”.&lt;br /&gt;O facto de ter crescido num ambiente de mulheres reflecte-se também muito nos seus trabalhos, uma vez que muitas vezes as mulheres aparecem enormes e os homens em tamanho muito pequeno. Em relação a isto, Bela Silva afirma que “As pessoas dizem que a mulher é grande que os homens aparecem sempre pequenos ou em forma de bicho. Isso é também um pouco a minha personalidade. Acabo por ser uma figura dominante nas relações(...)”. Também refere que começou a trabalhar a mulher e o homem nestas escalas por brincadeira, revelando-nos que “É a minha relação com o amor, com as coisas, que acaba por se reflectir no trabalho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara Palma&lt;br /&gt;clarapalma@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107590194528588959?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107590194528588959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107590194528588959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107590194528588959' title='Bela Silva, uma artista invulgar'/><author><name>Eu</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107584512542577645</id><published>2004-02-03T21:30:00.001Z</published><updated>2004-04-26T16:15:45.826+01:00</updated><title type='text'>  Mulheres entre homens</title><content type='html'>O facto de serem mulheres e de pertencerem à GNR (Guarda Nacional Republicana) não faz delas notícia, pois há já algum tempo que esta profissão não é exclusivamente masculina. A revista Única que acompanha o semanário Expresso publicou no dia 24 de Janeiro um artigo intitulado “As bravas do pelotão”, que fala precisamente de quatro mulheres que pertencem à GNR e que fazem parte da guarda do Palácio de Belém e do Presidente da República. As únicas em Portugal num ambiente predominantemente masculino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A alferes Lucília Silva, lisboeta de 25 anos é a única mulher oficial de Cavalaria da Guarda Nacional Republicana e a primeira a comandar o pelotão do Esquadrão Presidencial na cerimónia de rendição solene. Comanda diáriamente todos os pelotões desse corpo e é por ela que passa toda a organização do serviço diário e a instrução do efectivo ( treino, tiro, educação física e regulamentos policiais). Segundo esta alferes “é uma honra ser a primeira  mulher a comandar Belém”.&lt;br /&gt;Dora Quintas nasceu em Évora há 29 anos e é a única praça feminina da Cavalaria que integra o esquadrão policial. Esta soldado executa todas as tarefas de segurança do perímetro do palácio e do serviço honorífico, que significa ficar horas imóvel de sentinela em frente à residência presidencial.&lt;br /&gt;Marta Cruz tem 27 anos, é de Infantaria e não integra o esquadrão. Dedica-se na sua profissão a patrulhar à noite os jardins do Palácio de Belém. Esta cabo vai sermpre acompanhada de Pia, uma pastora alemã de 7anos. Fez especialização em cinotecnia pois sempre nutriu um grande amor por cães e estava nos seus sonhos trabalhar com estes animais. Em  2001 tornou-se no terceiro membro feminino da Companhia de Cinotecnia, sendo  na actualidade a única mulher desta companhia.&lt;br /&gt;Carla Leal de 30 anos está na secretaria, mas nunca está parada. Entre outras coisas conduz viaturas e resolve problemas informáticos. Começou a sua carreira em 1991 na Força Aérea onde cumpriu um contrato de quatro anos como mecânica de armamento. Ingressou na GNR em 1996 e é aí que se sente realizada.&lt;br /&gt;Estas quatro senhoras vivem num "mundo" de 26 mil homens, onde o número de mulheres não chega às 500.&lt;br /&gt;Apesar da disparidade numérica entre os sexos nesta instituição, estas mulheres sentem-se bem acolhidas e em nada diferentes dos homens que com elas trabalham.&lt;br /&gt;Lucília Silva e Dora Quintas namoram e sonham com o casamento e com filhos. Já  Marta Cruz e Carla Leal são casadas e a última concilia ainda o casamento e a profissão com uma filha de quase quatro anos. Estas quatro “guerreiras” demonstram que mesmo vivendo num meio masculino continuam a manter a sua feminilidade, fazendo no entanto um trabalho tão bom como o dos homens.&lt;br /&gt;Basta pensar um pouco, para se vislumbrar na nossa mente um número de profissões tipicamente masculinas ou vulgarmente femininas, ou seja profissões que são exclusivamente e socialmente exercidas por um sexo, seja ele o feminino ou o masculino.&lt;br /&gt;Sendo assim é com agrado que recebo notícias  como esta, em que se abatem preconceitos e se promove a igualdade entre sexos numa mesma profissão.&lt;br /&gt;O Capitão Almeida, de quem é adjunta a alferes Silva remata este artigo da Única de uma maneira excepcional salientando que “a diferença só está na cabeça das pessoas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana Guedes Pinto&lt;br /&gt;Joanaguedespinto@tugamail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107584512542577645?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107584512542577645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107584512542577645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107584512542577645' title='  Mulheres entre homens'/><author><name>Joana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02793904057508274010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107574895516307257</id><published>2004-02-02T19:04:00.000Z</published><updated>2004-03-04T16:47:53.110Z</updated><title type='text'>Chocolate, vício ou benesse? </title><content type='html'>Existem provas que apontam historicamente que o chocolate começou a consumir-se no ano 600 a.C. Assim, pode constatar-se que, para além de não ser um vício contemporâneo, nem tampouco moderno, é um hábito que remonta a tempos muito distantes. Até ao século XIX, o consumo do chocolate não era acessível a todos, mantendo-se apenas este hábito nos estratos sociais mais elevados. No início do século supracitado, a qualidade de vida aumenta e o consumo deste “vício doce” democratiza-se. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na edição da Notícias Magazine desta semana surge um artigo muito interessante que versa sobre a importância do chocolate na vida humana. Neste artigo são enumerados os vários benefícios desta “droga doce” que é o chocolate. A desmistificar a ideia de que os “chocolato-maníacos” são tipicamente femininos, Marie Beuzard refere um exemplo masculino que afirma ter “uma relação muito próxima e feliz com o chocolate”, estas são as palavras de Pedro D’ Avillez, que não sabe se pode considerar-se um “chocoólico”. Porém, uma vez que o assunto é o chocolate, é peremptório ao refutar “o mito de que esta dependência afecta maioritariamente as mulheres”, este senhor vai ainda mais longe e explica que “o que os investigadores não sabem é que os homens são «chocoholics de armário», ou seja, pelo menos os mais inseguros comem às escondidas!”. É de louvar este reconhecimento masculino, pois assim cai um pouco por terra a ideia de que só as mulheres são frágeis ou inseguras, ou de que só as mulheres dependem deste vício que não tem consequências nefastas ou prejudiciais para a saúde humana. &lt;br /&gt;É importante salientar a qualidade deste artigo, que além de toda uma componente histórica e clínica, ressalta ainda diferentes visões dos consumidores de chocolate, não só os femininos, como frequentemente se considera. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita Ramoa&lt;br /&gt;ritaramoa@aeiou.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107574895516307257?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107574895516307257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107574895516307257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_02_01_archive.html#107574895516307257' title='Chocolate, vício ou benesse? '/><author><name>Rita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01057463753216432264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107533373885324471</id><published>2004-01-28T23:48:00.000Z</published><updated>2004-05-03T10:57:58.700+01:00</updated><title type='text'>RTP aposta nos homens</title><content type='html'>Entre os dias oito e 12 de Março, os blocos informativos diários das televisões portuguesas estiveram a cargo, na sua maioria, de pivôs do sexo masculino. &lt;br /&gt;As televisões privadas foram alternando entre os dois sexos, enquanto a estação pública optou por se cingir à intervenção dos homens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisando os cinco dias úteis da semana de oito a 12 de Março, apenas as estações privadas apresentaram pivôs femininas: Fernanda de Oliveira Ribeiro e Lurdes Baeta (SIC e TVI, respectivamente), destacaram-se nos blocos noticiosos da hora do almoço em dias alternados durante a semana. &lt;br /&gt;A RTP apostou somente em pivôs masculinos, apresentando José Alberto Carvalho e João Fernando Ramos.&lt;br /&gt;As estações de televisão privadas, empenhadas no equilíbrio, dividiram as intervenções por ambos os sexos: Fernanda de Oliveira Ribeiro e Rodrigo Guedes de Carvalho na SIC; Lurdes Baeta e Pedro Pinto na TVI.&lt;br /&gt;A aposta em pivôs masculinos tem sido uma tendência habitual da estação pública, contrastando com as estações privadas que colocam no grande écran sorridentes pivôs femininas ou pivôs masculinos de ar sério e empenhado &lt;br /&gt;A heterogeneidade é uma característica de destaque tanto da SIC como da TVI, em oposição ao tradicionalismo disciplinado da RTP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofia Figueiras&lt;br /&gt;sofia_figueiras@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107533373885324471?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107533373885324471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107533373885324471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107533373885324471' title='RTP aposta nos homens'/><author><name>bi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16411468124067306844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107533361947253440</id><published>2004-01-28T23:46:00.000Z</published><updated>2004-01-28T23:49:10.216Z</updated><title type='text'>Os rostos femininos do entretenimento</title><content type='html'>A SIC foi a primeira estação privada a emitir em Portugal. Marcou uma década, tanto pela inovação, como pela aposta em novos rostos que viriam a marcar o panorama do audiovisual português. Entre esses rostos estavam o de muitas mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estação de Queluz iniciou as suas emissões no dia 6 de Outubro de 1992, pela mão de Alberta Marques Fernandes. A cara da licenciada em Relações Internacionais seria o primeiro de muitos rostos femininos que marcaram a década de ouro da SIC. No entanto, as mulheres tiveram maior destaque na área do entretenimento. &lt;br /&gt;Uma das grandes apostas da SIC era o programa “Chuva de Estrelas”. Em frente às câmaras, Catarina Furtado dava os primeiros passos e ajudava o canal a aumentar as audiências. &lt;br /&gt;Polémica q.b., Júlia Pinheiro, que começara com a “Praça Pública”, apresentava o irreverente e, para muitos, incómodo programa “Noite da Má-língua”, sendo uma das fortes apostas de Rangel, tal como Fátima Lopes, a senhora das manhãs da SIC, que começou com a apresentação do “All you need is love”, passando pelo “Surprise Show”, chegando mesmo a ter um programa com o seu nome.  &lt;br /&gt;Mais tarde, Bárbara Guimarães substitui Catarina Furtado no “Chuva de Estrelas”, passando por diversos concursos. Fez “Duetos Imprevistos” com António Vitorino de Almeida, e passou para a SIC Notícias, agora mais vocacionada para as artes. &lt;br /&gt;	Estas não foram únicas, mas talvez as de maior destaque. Anos mais tarde, estes rostos do entretenimento mudaram a sua morada nas estações de televisão, mas continuam a ser marcos de referência para quem acompanha as suas lides.&lt;br /&gt;A sua postura, o seu talento e até a sua beleza foram características essenciais de aceitabilidade tanto por parte do público como por parte dos directores de programas que fizeram destas mulheres verdadeiras divas da comunicação audiovisual do nosso país. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Filipa Poceiro &lt;br /&gt;filipa_cs@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107533361947253440?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107533361947253440'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107533361947253440'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107533361947253440' title='Os rostos femininos do entretenimento'/><author><name>Ana Filipa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107531569003509116</id><published>2004-01-28T18:47:00.000Z</published><updated>2004-01-28T18:50:20.466Z</updated><title type='text'>Uma mulher portuguesa primeira dama dos EUA?</title><content type='html'>Maria Teresa Ferreira é uma mulher portuguesa que pode vir a ser a primeira dama dos EUA. Casada com John Kerry, a sua contribuição é considerada decisiva para a vitória do marido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Teresa Ferreira, esposa de Jonh Kerry, pode vir a ser a primeira-dama dos EUA aos 64 anos.&lt;br /&gt;Esta mulher nasceu em Moçambique e estudou num colégio de freiras, mas a educação católica que teve desde pequena nunca interferiu com a sua personalidade e ideais, facto que se pôde constatar por ter participado em várias manifestações e marchas contra o apartheid, em finais dos anos 50, quando estudava na Universidade Witwatersrand de Joanesburgo. Licenciou-se em Românicas e viajou para a Suíça, onde teve como colega Kofi Annan, o actual secretário-geral das Nações Unidas, na Escola de Tradutores-Intérpretes da Universidade de Genebra. Ainda antes de terminar o curso conheceu John Heinz III, por quem viria a apaixonar-se e a casar-se mais tarde. Mas Maria Teresa Ferreira não deixou que a vida amorosa interferisse na sua vida profissional e viajou para Nova Iorque, onde se tornou tradutora da ONU. No entanto, teve que abandonar a carreira independente com que tanto sonhava, pois o casamento, os três filhos e a carreira política do seu marido não o permitiam.&lt;br /&gt;Apesar de tudo, em meados da década de 70, as suas convicções fizeram com que não permitisse que o marido, na altura eleito pela Pensilvânia senador republicano, se candidatasse à Casa Branca, chegando mesmo a afirmar que «Só por cima do meu cadáver!» isso iria acontecer, como é referido na revista Visão.&lt;br /&gt;Maria Teresa Ferreira ficou viúva em 1991, quando John Heinz III sofreu um acidente de aviação na Filadélfia, mas não baixou os braços e deu razão àqueles que a chamavam Madre Teresa, por se preocupar com o ambiente e com os mais desfavorecidos e por querer salvar o mundo. Foi com esta iniciativa que refez a sua vida e se tornou, mais tarde, uma das representantes dos EUA numa Cimeira do Rio, nomeada pelo Presidente George Bush, uma vez que usou grande parte da fortuna do marido para este tipo de causas.&lt;br /&gt;Foi nesta Cimeira que Maria Teresa Ferreira conheceu o seu actual marido, que apesar de ser um dos mais abastados membros do Senado dos EUA, foi acusado de apenas estar interessado na fortuna da sua actual mulher.&lt;br /&gt;Maria Teresa tem mostrado estar preparada para todo o tipo de críticas nestas últimas semanas e a imprensa americana acredita que o seu contributo é indispensável e decisivo para uma futura vitória do marido na corrida à Casa Branca.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara Palma&lt;br /&gt;clarapalma@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107531569003509116?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107531569003509116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107531569003509116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107531569003509116' title='Uma mulher portuguesa primeira dama dos EUA?'/><author><name>Eu</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107522138531559632</id><published>2004-01-27T16:24:00.000Z</published><updated>2004-03-06T20:30:59.186Z</updated><title type='text'>Liberdade de ser mulher</title><content type='html'>Quando se fala em aborto fala-se em polémica. Este é um assunto que suscita controvérsia sempre que é discutido. São inúmeros os artigos que são publicados sobre este tema. Ultimamente esta matéria tem sido alvo por parte dos &lt;em&gt;Media &lt;/em&gt;isto porque se tenciona legalizar o aborto e só o facto de se pensar, levanta já algumas divergências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 24 de Janeiro, Ferro Rodrigues assinou uma petição que reclama um novo referendo sobre a descriminalização do aborto e no próximo dia 3 de Março vai ser debatida no parlamento esta questão.&lt;br /&gt;Títulos como “Pela despenalização do aborto”, “Aborto em discussão no parlamento” e  “Indulto para crime de aborto” entre muitos outros dão destaque ao aborto e tornam-no notícia na SIC on-line. No entanto a interrupção voluntária de gravidez tem tomado voz pela mão de vários jornalistas em diferentes publicações. Exemplo disso é a crónica desta semana de Clara Ferreira Alves, a “Pluma caprichosa”,  intitulada “O aborto,ainda” na revista Única, revista que sai semanalmente com o jornal Expresso.&lt;br /&gt;O aborto é visto nesta página de uma maneira que pode escandalizar as mentes mais conservadoras, embora das suas palavras se consigam retirar verdades que são facilmente entendidas por todos, mesmo por aqueles que teimam em “dizer não” ao aborto e em decidir pela mulher que pode ter razões mais do que justificáveis para o fazer. Claro que se coloca a questão da vida e da morte, mas será que existe vida para uma mãe que não tem as condições físicas ou psicológicas mínimas para trazer esse ser ao mundo. Muitos podem até dizer que seria preferível ter esse filho e entregá-lo a uma qualquer instituição que lhe pudesse dar um lar. Mas será que a dor de perder um filho, que se carregou e acarinhou durante nove meses é menor do que a de fazer um aborto?&lt;br /&gt;É preciso pensar que muitas mulheres não fazem um aborto porque querem, mas sim porque necessitam.&lt;br /&gt; Obviamente que não podemos legalizar o aborto  e fazer dele uma prática comum nos nossos hospitais. Contudo é impreterível dar às mulheres a hipótese de poderem escolher se querem ter ou não uma criança, sem precisarem de ir a Espanha ou a Inglaterra (hipóteses essas só para quem pode realmente dispender algumas centenas de euros), ou recorrer às “habilidosas” pessoas que em Portugal escondem a cara, que fazem interrupções voluntárias de gravidez em locais e com instrumentos impróprios, chegando a colocar em risco a vida da própria mulher que se submete a essa prática por não ter outra alternativa. &lt;br /&gt;Penso que a legalização do aborto em Portugal poderia salvar vidas, as vidas dessas mulheres que abortam sem condições e que acabam por morrer com o seu feto.&lt;br /&gt;O que precisa de uma mudança em Portugal são as mentalidades. É necessário pensar o aborto como um recurso e não como uma prática anti-concepcional. &lt;br /&gt;Para que as mulheres tenham o direito de interromper uma vida concebida por elas e que fatalmente não poderão ver crescer, é preciso que o aborto deixe de ser um crime.&lt;br /&gt; É indispensável legalizar o aborto, pois como escreveu Clara Ferreira Alves: “ Eu não devo mandar no útero das mulheres que querem ter dez filhos. E elas não devem mandar no meu.”&lt;br /&gt;Penso que esta citação sintetiza onde quero chegar. São as mulheres que sofrem com o aborto, são elas que devem saber se querem ou não fazê-lo. Cada uma deve tomar essa decisão por si. Para isso é preciso dar-lhes liberdade, liberdade essa que chega com a legalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana Guedes Pinto&lt;br /&gt;(joanaguedespinto@tugamail.com)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107522138531559632?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107522138531559632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107522138531559632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107522138531559632' title='Liberdade de ser mulher'/><author><name>Joana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02793904057508274010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107514493976411877</id><published>2004-01-26T19:21:00.000Z</published><updated>2004-03-04T16:50:06.640Z</updated><title type='text'>Diferentes abordagens do feminino</title><content type='html'>Ao passo que em qualquer revista tipicamente feminina, ou em algumas supostamente generalistas que se inclinam para o feminino, é feita uma abordagem superficial dos interesses das mulheres, nos jornais de referência são abordadas questões femininas de reconhecido interesse, tanto moral como social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recordo um artigo muito bem conseguido e de extrema relevância para uma sociedade ainda muito obscura e muito alheia a certas questões que ocorrem sem mesmo se imaginar que ainda possam existir. Este artigo data de 16 de Novembro de 2003, “Cortar a dor. Deixar as facas” foi redigido por Sofia Branco. Aí é retratado o costume de “excisar meninas”. Neste texto fala-se principalmente da realidade vivida na Guiné-Bissau. A Mutilação Genital Feminina (MGF) é considerada tradição em certos países africanos, extrair o clítoris é um cumprimento dessa mesma tradição. Uma das revelações chocantes deste artigo dá conta da execução desta prática em Portugal, Sofia Branco refere que “após muita insistência, lá vão dizendo que conhecem pelo menos uma fanateca que costuma ir a Portugal excisar meninas”. &lt;br /&gt;	É de estranhar o facto deste tipo de artigo não aparecer frequentemente nas revistas vocacionadas para as mulheres portuguesas. É uma realidade aterradora, mas que deve ser discutida e divulgada para que se pugne por uma emancipação em todas as frentes, para que todas as mulheres tenham os mesmos direitos, independentemente do espaço em que se inserem. Contudo esta é uma realidade ainda muito longínqua, senão mesmo impossível. Os países são diferentes, as culturas são diferentes, porém a mulher é a mesma e tem as mesmas necessidades e os mesmos direitos que qualquer outra. &lt;br /&gt;	O primeiro passo deveria ser dado pelos meios de comunicação. Uma vez que é importante falar das mini-saias, também deveria ser relevante falar do “holocausto silencioso das mulheres a quem continuam a extrair o clítoris”, este é o título de um outro artigo publicado por Sofia Branco no PUBLICO.PT. &lt;br /&gt;	&lt;br /&gt;Rita Ramoa&lt;br /&gt;ritaramoa@aeiou.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107514493976411877?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107514493976411877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107514493976411877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107514493976411877' title='Diferentes abordagens do feminino'/><author><name>Rita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01057463753216432264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107456276585994535</id><published>2004-01-20T01:39:00.000Z</published><updated>2004-03-06T20:33:55.640Z</updated><title type='text'>Mulher  “perfeita”	</title><content type='html'>O Brasil é sem dúvida um país que promove a beleza feminina, nomeadamente a da mulher brasileira que é conhecida mundialmente pelas suas formas curvilíneas, pelo seu bronzeado natural e pela sua semi-nudez. Pelo menos foi esta a imagem que o Brasil quis perpetuar além fronteiras durante muitos anos, que o notabilizou e que o fez ser o destino de férias desejado pelos homens. No entanto esta realidade está prestes a mudar e o ícone feminino brasileiro, tal como o conhecemos, parece estar a “vestir-se”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira página da edição nacional do Jornal de Notícias de ontem, dia 19 de Janeiro de 2004,  podia ler-se  “ Brasil muda imagem turística” em letras verdes, acompanhado de uma fotografia bastante sugestiva de uma mulher tipicamente brasileira. &lt;br /&gt;Walfrido Mares Guia, ministro do turismo, avançou na edição de ontem do diário “Jornal do Brasil”, que o Brasil perdeu muitos turistas nos últimos dois anos devido a vários factores como a crise económica, a crise argentina e os atentados de 11 de Setembro que acabaram por contribuir para esse decréscimo. O seu propósito neste momento é mudar essa realidade e aumentar dos 4,3 milhões de turistas (número atingido no ano passado), para os nove milhões de visitantes em 2007. Para isso pensam em atrair turistas de todo o mundo, demonstrando que o Brasil é um país “moderno, jovem, alegre e hospitaleiro” e combater o turismo sexual. O ministro do turismo insinuou, assim, que quem deverá visitar o seu país serão turistas atentos e interessados numa vastíssima beleza natural de um país tropical e sua cultura e não aqueles que vêem esse país apenas como um sinónimo de prazer sexual.&lt;br /&gt;Para extinguir esse turismo sexual, o Governo brasileiro quer acabar com a imagem da mulher semi-nua que aparece frequentemente nos seus cartazes turísticos e promover as “riquezas naturais” do país.&lt;br /&gt;A mulher brasileira foi assim tratada e retratada pelos &lt;em&gt;Media&lt;/em&gt;, principalmente pelo ramo publicitário, durante anos como uma mulher quase perfeita, que servia para atrair turistas, principalmente do sexo masculino às terras da Vera Cruz.&lt;br /&gt;Este é um exemplo ilustrativo de como as mulheres são usadas em publicidade de forma a produzir um efeito atractivo nos homens e até nas próprias mulheres. Temos por exemplo perfumes, marcas de roupa, produtos de beleza de vários géneros, produtos alimentares e uma infinidade de outros produtos que nos chamam à atenção, tornando-se até objectos de desejo, pelo simples facto do uso da imagem feminina na sua publicitação.&lt;br /&gt;A mulher “perfeita”, a sua imagem, aquilo que ela transmite e significa é assim sinónimo de vendas, mas também uma forma de poder social na sociedade contemporânea, poder esse presente não só na publicidade, mas também um pouco por toda a parte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana Guedes Pinto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(joanaguedespinto@tugamail.com)&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107456276585994535?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107456276585994535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107456276585994535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107456276585994535' title='Mulher  “perfeita”&#x9;'/><author><name>Joana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02793904057508274010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107453886329987037</id><published>2004-01-19T19:00:00.000Z</published><updated>2004-03-04T16:52:15.420Z</updated><title type='text'>Beleza no feminino</title><content type='html'>Tolstoi, o grande dramaturgo russo, descrevia a mulher como uma substância tal que por mais que fosse estudada sempre se encontraria nela alguma coisa totalmente nova. Desde sempre que a ideia de beleza é associada às mulheres. Estas são rotuladas de consumirem desmesuradamente os produtos cosméticos e de levarem uma eternidade na sua preparação antes de qualquer saída. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o tema destacado na Notícias Magazine desta semana. É pois notória a relevância que se continua a dar aos aspectos femininos, no que concerne a aspectos de beleza e cosmética. Só nesta revista, que terei em conta como objecto de análise, são de destacar as várias abordagens feitas a esta temática. O texto de Mauro Freitas baseia-se num estudo feito em diversos países onde foram auscultadas várias mulheres. Este inquérito tinha o intuito de descobrir qual a real percepção feminina sobre o assunto. Nesta abordagem típica, fazem-se comparações, apontam-se várias percepções e referem-se algumas “mulheres fenómeno”, isto é, aquelas que são um símbolo, uma referência tanto para os homens como para as mulheres. &lt;br /&gt;Apesar de ser um bom artigo, foca pontos já demasiado patenteados em qualquer revista feminina (Cosmopolitan, Elle, etc.), refere-se a mulher como narcisista desenfreada, esquecendo-se de a comparar com o homem contemporâneo, uma vez que este se identifica também com este comportamento. Prova disto é o facto de que o mercado da beleza masculina tem cada vez mais adeptos. Segundo dados recentes já existe uma maquilhagem para homens, sim, é mesmo para eles. Em Itália, conhecido como um dos países percursores da beleza masculina, criou-se um tratamento baseado em sementes de uva e de vinho, sendo os homens os maiores clientes deste tratamento de beleza. &lt;br /&gt;Assim, é de admirar que este tipo de artigo esteja ainda demasiado centrado no já desusado cliché de que é típico apenas das mulheres esta preocupação com a beleza. É ainda mais de admirar que uma revista generalista, como a Notícias Magazine, tenha vindo, ultimamente, a versar sobre estes aspectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita Ramoa&lt;br /&gt;ritaramoa@aeiou.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107453886329987037?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107453886329987037'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107453886329987037'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107453886329987037' title='Beleza no feminino'/><author><name>Rita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01057463753216432264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107453871956509620</id><published>2004-01-19T18:58:00.000Z</published><updated>2004-03-04T17:01:09.670Z</updated><title type='text'>A mulher nas revistas masculinas</title><content type='html'>O tempo que uma mulher dispende a ler uma revista feminina é, invariavelmente, alvo de fortes críticas provenientes do sexo oposto. Mais concretamente, ler a Cosmopolitan é, aos olhos de um homem, um desperdício de tempo, já que os temas abordados são, no mínimo, uma futilidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cerca de 40 artigos propostos pela referida revista na sua edição de Fevereiro de 2004, treze referem-se aos Homens. “Sinais que mostram que ele não se quer comprometer” ou “Entre no universo masculino e leia os pensamentos dele” são disso dois exemplos. &lt;br /&gt;A pergunta que surge instantaneamente é “será que as revistas masculinas dedicam o mesmo espaço às mulheres que as femininas dedicam aos homens?”. Não. &lt;br /&gt;De facto, as páginas ocupadas pelas mulheres na Gentlemen’s Quarterly (GQ), na sua edição de Janeiro são, na sua maioria, fotografias. Dez páginas, ao todo, sendo uma um anúncio publicitário. Invariavelmente, a mulher aparece numa pose sensual. &lt;br /&gt;No que respeita a artigos escritos, podemos ler uma entrevista a uma apresentadora de televisão de ascendência espanhola que “não gosta de touradas”. Ficamos a saber, por exemplo, que um homem precisa de 20 minutos para “engatar uma gata”, e conseguimos ainda descobrir que o homem tem “20 razões fortes, da tanga e agrestes para mudar de namorada em 2004”.&lt;br /&gt;As restantes referências ao universo feminino são, no geral, machistas. “O mais espectacular dos cenários é a bela Leonor”; “A autora (de “Sexo com mais prazer”), a escritora mais famosa na área da sexologia e dos relacionamentos, mantém-se actualizada e disso dá conta ao leitor.”. A mulher é também apelidada de “menina”. &lt;br /&gt;A Cosmopolitan oferece às suas leitoras um vasto leque de conselhos para seduzir, manter ou conquistar um homem. A GQ dirige-se ao seu público abordando o tema “Mulher” de uma forma mordaz e irónica. Dá primazia à imagem feminina como ponto de atracção e faz comentários com pormenores sexistas.&lt;br /&gt;Ainda que a linha editorial não seja comparável, é curioso constatar que a mulher é tratada nas revistas masculinas com uma certa deselegância, quando uma das maiores preocupações dessa mesma mulher é agradar ao Homem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Filipa Poceiro&lt;br /&gt;filipa_cs@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107453871956509620?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107453871956509620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107453871956509620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107453871956509620' title='A mulher nas revistas masculinas'/><author><name>Ana Filipa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107453792819401628</id><published>2004-01-19T18:44:00.000Z</published><updated>2004-03-18T17:08:39.513Z</updated><title type='text'>Conselhos diferentes para mulheres “iguais”</title><content type='html'>Certas revistas femininas, como a Cosmopolitan ou a Maria, dividem-se no que respeita ao público-alvo: umas centram-se na culinária, puericultura, telenovelas e problemas conjugais. Outras, sugerem truques de sedução, conselhos de beleza… &lt;br /&gt;Revistas que se destinam ao mesmo sexo, mas com interesses diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomando como exemplo duas revistas de diferente cariz (Cosmopolitan e Maria), é possível observar que o tipo de publicidade que figura nestes dois casos define o público a que se destina, assim como a linguagem utilizada e os temas abordados. &lt;br /&gt;A dicotomia acusa as diferenças sociais e os interesses patentes em cada um dos casos.       &lt;br /&gt;Na Cosmopolitan, a publicidade é essencialmente focada em tratamentos de beleza de marcas prestigiadas inacessíveis à classe média-baixa, como Estée Lauder, Kérastase, Clinique ou Vichy. Na área dos acessórios de beleza, especial destaque para as marcas Versace ou Vogue, marcas apenas acessíveis a carteiras de uma classe alta ou de uma classe média-baixa, a crédito.&lt;br /&gt;Os temas abordados são, na sua maioria, relacionados com os homens e com os truques de beleza e postura para os seduzir.&lt;br /&gt;Já no caso da Maria, aparecem frequentes alusões a dietas milagrosas, consultas de tarot ou cartomancia por correspondência, acessórios e tintas para o cabelo, detergentes para a roupa ou publicidade a outras revistas do mesmo género. A maior parte dos produtos publicitados são bens de consumo ou pequenos “caprichos” adquiridos numa ida ao supermercado.&lt;br /&gt;Aqui, tratam-se temas do foro doméstico: dicas de culinária, arranjos florais ou conselhos matrimoniais.&lt;br /&gt;As únicas semelhanças encontradas entre estes dois mundos, são a publicidade a telemóveis e a referência a produtos de beleza e lingerie, embora para carteiras com capacidades financeiras diferentes. &lt;br /&gt;Mesmo no que respeita ao preço das revistas, a diferença é considerável. Enquanto a Maria não chega a custar um euro, a Cosmopolitan chega quase aos três. &lt;br /&gt;Esta discrepância de preços será um indicador de qualidade? Pontos de vista….&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofia Figueiras&lt;br /&gt;sofia_figueiras@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107453792819401628?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107453792819401628'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107453792819401628'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107453792819401628' title='Conselhos diferentes para mulheres “iguais”'/><author><name>bi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16411468124067306844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107453160451715328</id><published>2004-01-19T16:57:00.000Z</published><updated>2004-01-19T17:02:03.140Z</updated><title type='text'>Sacerdote incita violência sexista</title><content type='html'>Em pleno século XXI, onde grande parte dos debates tem como base a emancipação da mulher e a igualdade de direitos, é com grande choque e perplexidade que o mundo se depara com a notícia de que um sacerdote muçulmano foi condenado à prisão por incitar a violência contra as mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi no passado dia 15 de Janeiro que Mohamed Kamal Mustafá, imã de Fuengirola desde 1992, foi condenado pela Justiça Espanhola a uma pena de 15 meses de prisão e uma multa de 2160 euros por incitar a violência contra as mulheres. De acordo com o veredicto lido, este sacerdote muçulmano foi reconhecido “culpado do delito de provocação à violência sexista”.&lt;br /&gt;Mohamed Kamal Mustafá publicou em 1997 um livro intitulado “A mulher e o Islão”, onde descrevia como bater nas mulheres: "as pancadas devem ser dadas em sítios precisos do corpo, como os pés e as mãos, com uma vara fina e flexível para que não fiquem cicatrizes nem hematomas", afirmando que este é um dos limites ao recurso do castigo corporal, considerado apenas "um simples sofrimento simbólico que não seja excessivo”. Acrescenta ainda que "as pancadas não devem ser fortes porque o objectivo é o de causar um sofrimento psicológico e não humilhar ou maltratar fisicamente”.&lt;br /&gt;O sacerdote tentou defender-se, afirmando que o objectivo do livro era o de fazer um resumo histórico dos textos sagrados do Islão, justificação que não o poupou da pena imposta pelo juiz do caso, que considerou que Mohamed Kamal Mustafá misturou citações e tradições, fazendo transparecer um grande carácter machista. Contrariando as afirmações do sacerdote, duas instituições que representam os muçulmanos em Espanha – a Federação das Entidades Muçulmanas e a Comissão Islâmica – garantiram que nem o Corão nem qualquer outro texto sagrado do Islão incentivam qualquer tipo de violência sexista.&lt;br /&gt;Esta condenação trouxe um momento de alegria às associações de defesa da mulher, que já tinham, aliás, apresentado queixa em 2000 contra o imã. No entanto, o advogado de defesa do sacerdote, José Luís Bravo, pensa que a pena aplicada foi injusta e acrescenta que o juiz foi influenciado pela “pressão mediática”. Afirma ainda que vai recorrer da sentença, justificando que este não foi um processo contra o imã, mas contra o Islão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara Palma&lt;br /&gt;clarapalma@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107453160451715328?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107453160451715328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107453160451715328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107453160451715328' title='Sacerdote incita violência sexista'/><author><name>Eu</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107383040935503950</id><published>2004-01-11T13:47:00.000Z</published><updated>2004-03-06T20:36:53.483Z</updated><title type='text'>Uma visão no feminino</title><content type='html'>A mulher foi sempre o “sexo fraco”! É assim que nos chamam! Um sexo que viveu durante séculos à sombra do “sexo forte”, sob o jugo do homem. Mas será que é assim tão fraco? Hoje, com a recente emancipação da mulher,  as coisas já não se passam da mesma forma. O “sexo fraco” está a fortalecer-se em quase todas as áreas. No entanto a mulher ainda sofre por vezes o peso do "sexo forte”. Pode notar-se esse facto em muitas das realidades que foram já referidas nesta mesma página, mas existe uma outra que só conhecemos quando ela sai para a rua pela voz dos meios de comunicação social: a violência doméstica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres são muitas vezes notícia em Portugal, embora por motivos que maioritariamente lhes conferem uma imagem negativa. É raro ser uma mulher a ganhar um Prémio Nobel ou a ser reconhecida por ter construído por exemplo alguma coisa importante, mas é bastante comum ler-se num jornal, numa revista, numa publicação on-line, assistir-se na televisão ou ouvir-se na rádio notícias sobre prostituição feminina, mães solteiras, violações ou violência doméstica, entre muitas outras.&lt;br /&gt;Segundo uma notícia publicada na SIC on-line, no dia 19 de Novembro de 2003, a violência doméstica mata em Portugal cerca de 60 mulheres por ano, fora os vários casos que deixam marcas psicológicas e físicas graves, deixando as vítimas a desejarem a morte. &lt;br /&gt;Este problema patente na nossa sociedade afecta todas as classes sociais. Quem não se recorda do mediático “caso Tallon”, que vendeu inúmeras capas de revistas e jornais e teve direito de antena por várias vezes em diversos espaços televisivos e radiofónicos? &lt;br /&gt;Este caso foi bastante mediatizado pelo facto dos seus protagonistas serem figuras públicas. Contudo casos como este acontecem diariamente e são de facto notícia.&lt;br /&gt;O caso da violência doméstica é apenas um exemplo de como as mulheres são noticiadas na nossa comunidade.&lt;br /&gt;Sem me querer contradizer, devo salientar que a mulher não é abordada pelos Media de uma forma exclusivamente negativa. No entanto, é necessário frisar que a maioria das notícias que  dão voz ao sexo feminino são depreciativas para esse mesmo sexo.&lt;br /&gt;Não sei se será necessário mudar a forma como se escreve sobre as mulheres, mas penso que uma mudança de atitudes dentro da nossa sociedade, nomeadamente na forma como estas são tratadas, poderá ajudar- nos substancialmente a ter outra visão deste sexo e isso levará progressivamente a outras formas de escrita sobre o “sexo fraco”, que afinal tem  muita força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joana Guedes Pinto&lt;br /&gt;Joanapinto6@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107383040935503950?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107383040935503950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107383040935503950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107383040935503950' title='Uma visão no feminino'/><author><name>Joana</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02793904057508274010</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107377456106833213</id><published>2004-01-10T22:38:00.000Z</published><updated>2004-01-10T22:43:01.443Z</updated><title type='text'>Serviço Público essencialmente masculino!</title><content type='html'>Comparando os dois canais privados ao canal público português, podemos verificar que, no que diz respeito aos pivôs dos telejornais, o universo masculino vence no Serviço Público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mundo televisivo, mais especificamente no da apresentação de telejornais, verificou-se uma mudança no que diz respeito ao sexo dos pivôs.&lt;br /&gt;Enquanto que na RTP sempre se verificou que a maioria dos pivôs eram do sexo masculino, na SIC pudemos presenciar uma inovação desde os primeiros dias da sua existência, ao ser apresentado como elenco um considerável número de mulheres que são hoje pivôs bastante conhecidas. A TVI seguiu-lhe o exemplo, ao apostar no equilíbrio entre o número de homens e mulheres no que respeita à apresentação dos telejornais.&lt;br /&gt;Foi com agrado que se verificou esta emancipação feminina, uma vez que todos os pivôs, independentemente de serem homens ou mulheres, conseguem reunir o conjunto de características necessárias para nos apresentarem um bom trabalho todos os dias.&lt;br /&gt;No entanto, a mudança ainda não se verifica na RTP, uma vez que grande parte dos pivôs são homens. Talvez a mudança também chegue brevemente à Estação Pública!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clara Palma&lt;br /&gt;Clarapalma@hotmail.com &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107377456106833213?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107377456106833213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107377456106833213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107377456106833213' title='Serviço Público essencialmente masculino!'/><author><name>Eu</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107376326330304555</id><published>2004-01-10T19:30:00.000Z</published><updated>2004-03-04T16:54:07.856Z</updated><title type='text'>Mulheres enquanto mulheres</title><content type='html'>É realmente verdade que a opinião feminina é ainda muito esquecida em várias publicações generalistas. É mais fácil ver-se artigos opinativos assinados por críticos masculinos do que pelas suas congéneres femininas, sendo estas ainda muito esquecidas quando pretendem dar a sua apreciação sobre determinados aspectos. Por outro lado, é também verdadeiro que a mulher é muitas vezes notícia nos diversos meios de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais as mulheres têm o direito e até o dever de se expressarem, de se pronunciarem sobre todos os assuntos, até mesmo sobre aqueles que, até há bem pouco tempo, eram só de contorno masculino. &lt;br /&gt;Porém, como já foi referenciado por Sofia Figueiras, neste mesmo espaço, os artigos de opinião ou de crítica são ainda muito circunscritos aos homens, não havendo espaço para todas as mulheres, enquanto colunistas que pretendam expor o seu parecer. &lt;br /&gt;Reconhecendo que isto se verifica em vários jornais e revistas de reconhecida qualidade, também é impreterível reconhecer-se que as mulheres, enquanto mulheres são frequentemente destacadas em vários tipos de publicação e pelos mais variados motivos. A título de exemplo, podem-se destacar as recentes notícias que dão conta da emancipação da mulher em várias actividades que até agora eram demarcadamente masculinas. De salientar a relevância dada a uma mulher que conduz um camião de combustíveis, ou a mulheres que estão a frequentar o curso de pedreiras. &lt;br /&gt;É também de notar que, muitas vezes, a mulher é notícia por motivos exclusivamente femininos. De destacar a maternidade, a questão do aborto, a gravidez precoce ou mesmo problemas de saúde. &lt;br /&gt;Apesar de a mulher não ter muita “voz” em artigos de opinião, é muitas vezes o assunto destes mesmos artigos assinados por colunistas masculinos. Quem não conhece as crónicas do economista Manuel Ribeiro, que frequentemente, na Notícias Magazine, dá o seu parecer sobre o sexo oposto, expondo a realidade em que se encontra o país utilizando, quase sempre, como veio condutor a sátira à mulher.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rita Ramoa&lt;br /&gt;ritaramoa@aeiou.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107376326330304555?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107376326330304555'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107376326330304555'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107376326330304555' title='Mulheres enquanto mulheres'/><author><name>Rita</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01057463753216432264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107366826143071742</id><published>2004-01-09T17:10:00.000Z</published><updated>2004-01-09T17:11:21.740Z</updated><title type='text'>SIC Mulher: um canal para que mulher?</title><content type='html'>Depois da SIC Gold, SIC Notícias e SIC Radical, a estação de Pinto Balsemão lançou um outro canal temático, agora orientado para o público feminino. A SIC Mulher chegava à TV Cabo no dia 18 de Março de 2003. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A SIC Mulher foi o primeiro canal de televisão português a apostar numa programação vocacionada essencialmente para um público feminino, criteriosamente escolhido, tanto que a directora do canal, a jornalista Sofia Carvalho, diz que a SIC Mulher pretende ser "um canal dedicado à mulher portuguesa determinada, conhecedora, sensível e que gosta de se sentir atraente"… Resumidamente, cosmopolita. &lt;br /&gt;A programação, na sua grande maioria, retrata fielmente esse espírito: séries como “Murphy Brown”, “A Juíza”, “Começar de Novo” e “Sexo e a Cidade” têm como protagonistas mulheres dinâmicas, independentes, cheias de vida e, principalmente, bem sucedidas.&lt;br /&gt;Os programas de moda sucedem-se. Os talk-shows produzidos pelo canal – “Encontro Marcado”, “Elas em Marte” e “Vícios e Virtudes” - estão a cargo de caras bem conhecidas do panorama audiovisual português, como Margarida Pinto Correia, Simone de Oliveira,          Luísa Castel-Branco, Rita Ferro Rodrigues e Ana Marques, que, diariamente, debatem assuntos pertinentes para a mulher moderna, que vê neste canal uma espécie de fuga ao mimetismo dos canais generalistas. &lt;br /&gt;Assim, a SIC Mulher encara o seu público como sendo maioritariamente composto por mulheres independentes, dinâmicas, inteligentes divertidas e cultas, mas que, ao mesmo tempo, gostam de ter a televisão como companhia, ao fim de um dia fatigante. &lt;br /&gt;O maior problema deste canal é a permanente repetição da grelha. Apesar de ser notória a aposta no prime-time, não parece justificar-se a pobre programação diurna, já que haverá, certamente, utilizadoras da TV Cabo cansadas do “SIC 10horas” ou “Portugal no Coração”.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Filipa Poceiro&lt;br /&gt;filipa_cs@portugalmail.pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107366826143071742?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107366826143071742'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107366826143071742'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107366826143071742' title='SIC Mulher: um canal para que mulher?'/><author><name>Ana Filipa</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107366790780044876</id><published>2004-01-09T17:03:00.000Z</published><updated>2004-03-18T17:12:51.996Z</updated><title type='text'>Opinião feminina?</title><content type='html'>Em matéria de artigos de opinião a imprensa assume, em certos casos, quase um exclusivo do sexo masculino.&lt;br /&gt;Poucas são as mulheres que figuram, com regularidade, nas páginas dos jornais com críticas, crónicas e opiniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já lá vão os tempos em que as mulheres não tinham voz activa na sociedade. Actualmente, o sexo feminino parece ganhar terreno em todas as frentes, nomeadamente, no jornalismo.&lt;br /&gt;No entanto, nos artigos de opinião de alguns jornais, ainda que entregues aos dois sexos, verifica-se uma certa desigualdade.&lt;br /&gt;É o caso do “Público”, um prestigiado jornal diário e do “Expresso”, semanário de referência que dão, maioritariamente, voz ao sexo masculino. &lt;br /&gt;Consultando a secção de colunistas e cartoonistas da ficha técnica destes dois jornais, é visível uma certa disparidade: no total de vinte e nove pessoas que compõem esta secção do “Público” , apenas quatro são mulheres: Ana Paula Tavares, Graça Franco, Helena Matos e Maria Filomena Mónica. &lt;br /&gt;No caso do “Expresso”, num total de dezassete pessoas, apenas Clara Ferreira Alves e Inês Pedrosa têm lugar. &lt;br /&gt;Neste caso, estão em foco duas publicações com diferente periodicidade a mostrar que, embora pareça existir uma forte lacuna no que respeita a artigos de opinião e mesmo a algumas redacções dos jornais de maior tiragem esta é, no entanto, compensada pelo grande número de mulheres que frequentemente escrevem em revistas de cariz feminino.&lt;br /&gt;As feministas diriam que isso se deve ao pouco impacto da opinião feminina e à falta de oportunidade de expressão nos jornais.&lt;br /&gt;Os homens justificariam o facto com a ausência de espírito crítico por parte das mulheres.&lt;br /&gt;Outros aguardam a emancipação feminina na área dos artigos de opinião. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofia Figueiras&lt;br /&gt;sofia_figueiras@hotmail.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107366790780044876?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107366790780044876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107366790780044876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2004_01_01_archive.html#107366790780044876' title='Opinião feminina?'/><author><name>bi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16411468124067306844</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6222920.post-107176962759217509</id><published>2003-12-18T17:47:00.000Z</published><updated>2003-12-18T17:57:24.350Z</updated><title type='text'> A mulher no universo dos media</title><content type='html'>Benvindos ao nosso blog. &lt;br /&gt;O nosso objectivo é publicar frequentemente artigos relacionados com o mundo feminino, analisando a forma como a mulher é vista nos diferentes meios de comunicação, adoptando, para tal, uma postura crítica e atenta.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6222920-107176962759217509?l=salto-alto.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107176962759217509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6222920/posts/default/107176962759217509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://salto-alto.blogspot.com/2003_12_01_archive.html#107176962759217509' title=' A mulher no universo dos media'/><author><name>comunicação</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11275827607138178104</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry></feed>
